O pastor que entraria na água para fazer o batismo estava pronto.Nada faltava.Reuniram-se num canto perto da picina o pastor,a pastora e Dunice o dono do apartamento.Começaram uma oroção de mãos dadas.
A picina era pequena,cabia no máximo duas pessoas.Na verdade fora construída para os dois filhos do casal.Evair ainda vestido surge no canto do portão aparentando dasânimo:---É pra ficar nu? Laert nada responde e continua a observar o grupinho em oração.Evair tira a roupa ali mesmo.Joga-a perto da picina:--Lhe procurando pelos cantos do mundo e onde está,ai parado e nu.Laert não responde e continha centrado no seu objetivo.Ai o pastor chama Laert para entrar na água.Evair diz ao pastor:---Não eu quem devia entrar primeiro pastor? ---Notei que Laert estava mais natural quando fez o seu ato de fé.Aqui tudo é direcionada por Deus.Evair nu,observava a cena e nada podia fazer ali naquele momento.E não conseguio esconder o nervosismo.Estaria tudo,todos os planos perdidos se Evair não entresse na água primeiro.Algo devia ser feito.O melhor era confiar na astucia de Evair.Ele ia conseguir.Pensou Evair.Não foi o que ocorreu apezar das varias suplicas de Evair.Laert entrou na água e foi batizado.Quando o pastor disse:---Repita comigo Laert.Eu aceito jesus como o meu único salvador.Só a ele dedicarei todo o meu louvor e a minha alma.Laert repete:---Eu te batizo Laert,em nome do Pai, em nome do filho, e do Espeirito santo.---Laert foi mergulhado na água.- Amém! foi o momento em que Laert tornando se uma fumacinha entra no peito e na testa de Laert tornando-se uma só num só corpo.Evair ao ver que Evair não entrara em primeiro lugar ficou furioso.Sabia que a herança não mais pertencia a ele, nem ao seu escolhido.Deu alguma volta em volta da picina passando por cima das rosas,da grama e pára:---Não,não vou entrar neste corpo imundo.Não vou servi de chacota.Não vou não vou.Ouve um estrondo.O senhor de barba branca se agachou lentamente.Pegou na mão de Evair e o conduzio à beira da picina:---É necessário meu filho.É necessário! Foi só o que disse.Ainda angustiado,Evair obedeceu.O pastor repetiu as mesmas frases.Evair fez o mesmo que fez Laert.Tornando-se no corpo de Evair um só corpo. hove vivas e palmas durante alguns segundos.Não perceberam que os seus dois filhos,apezar da chuva,entraram na picina de cueca e nadaram por longos momentos.
A chuva fina voltou a castigar a cidade.Tomaram café,comeram biscoitos,chá,sucos.E voltaram para a igreja que ficava na mesma rua a algumas quadras dali.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
BATISMO NAS AGUAS
Laert naquela manhã acordou nervoso.Lavou o rosto como de costume.Fez o café.Andou de um lado para o outro.Seria ao meio dia a hora do batismo.Não sabia o que lhe causava tanta fissura.
No hotel,quem andava de um lado para o outro era Evair.Sentava,levantava e Laert nada de passa pela porta do elevador:--Será que foi saíndo pelos fundos? Não Laert não seria capaz de tal malvadeza,é correto demais.
Na cabana de Laert as horas iam se apróximando e ele não cabia dentro de si com tanta ansiedade.Até que chegou o momento de sair.Ele pegou uma calsa limpa,uma camisa,uma toalha colocou numa mochila e saiu.Um crente para ser aceito na irmandade,teria que fazer o tal batismo.Se não fosse batizado,não faria parte no corpo de Cristo.É se arrepender de todos os seus pecados.Crer,e ser batizado.Esse é o mandamento.
A carruagem vai saindo de vagarinho.Laert parado ali,observa no canto do pátio,os restos de tocos ainda fumegando.Uma fumacinha saia devagar parecendo querer continuar armazenada ali nos tocos de pau queimados.Nenhum corpo naquele momento.Era como se tivesse saido dali naquela hora.O momento seria aquele.Passou algumas frases à cabeça de Laert:---Mil anos podia ser em um dia e um dia podia ser mil anos.No mundo do livre arbítrio os dias,os anos pareciam não querer passar.Laert rio.Pegou a maleta que estava no chão.Desceu novamente a viela que acabava na casa antiga.Pegou a argola do meio da porta.Sovou-a com força à porta.Nao demorou muito para a porta ser aberta.Um senhor de barbas branca o conduziu ao escritório.O senhor que antes o havia recebido.Estava assentando numa confortavel poltrona da cor das paredes.Uma senhora se vestindo de maneira combinada.Olhou-o de cima em baixo.O senhor disse:---Laert,a Laert.Bem-vindo.Apresento-o a senhora Miss Moron.Miss Moron é a nova contratada pra quela outra ação.Uma nova estória há de começar.Há de ser tão comovente e subistancial como a sua.Laert está de partida Miss Moron.Laert apertou calorozamente a mão de Miss Moron.Entregou a maleta ao senhor:---É ao meio dia não é? Laert assentio com a cabeça que sim:--Então meu jovem não os deixe esperando.Votos de sorte o senhor não há de precisar.E voltou-se à Miss Moron.Laert saiu acompanhado pelo senhor que o entroduzira a sala.
Evair já cansado e iritado por ter esperado e Laert não passou por ali.Resolveu ir ao local combinado.Foi só por os pés na rua pra chuva parar naquele momento.Não era uma chuva torrencial.Era fina e contínua.
Assentado numa cadira de vime.Laert tinha os pensamentos longe:---No prédio,o elevador sobe pelos lados.Não sobe para cima como nos outros edifícios.O engraçado é que na noite passada sonheique estava subindo neste ele que sobe pelos lados.Depois dizem que os sonhos são visões de coisas que a gente vive durante o dia.Evair deu-lhe um leve toque nas costas.Laert abri os olhos e ri;---Pensei que estivesse dormindo.Disse Evair:---Mergulhei-me nos pensamentos;---A patora e o pastor já chegou.É bom ir até o banheiro ali no fundo pra se trocar.Não é preciso usar cueca.É só a istola por cima do corpo nu.A picina já está pronta. Perto da picina Laert,nu aguarda a hora.Evair ainda não tinha aparecido.
No hotel,quem andava de um lado para o outro era Evair.Sentava,levantava e Laert nada de passa pela porta do elevador:--Será que foi saíndo pelos fundos? Não Laert não seria capaz de tal malvadeza,é correto demais.
Na cabana de Laert as horas iam se apróximando e ele não cabia dentro de si com tanta ansiedade.Até que chegou o momento de sair.Ele pegou uma calsa limpa,uma camisa,uma toalha colocou numa mochila e saiu.Um crente para ser aceito na irmandade,teria que fazer o tal batismo.Se não fosse batizado,não faria parte no corpo de Cristo.É se arrepender de todos os seus pecados.Crer,e ser batizado.Esse é o mandamento.
A carruagem vai saindo de vagarinho.Laert parado ali,observa no canto do pátio,os restos de tocos ainda fumegando.Uma fumacinha saia devagar parecendo querer continuar armazenada ali nos tocos de pau queimados.Nenhum corpo naquele momento.Era como se tivesse saido dali naquela hora.O momento seria aquele.Passou algumas frases à cabeça de Laert:---Mil anos podia ser em um dia e um dia podia ser mil anos.No mundo do livre arbítrio os dias,os anos pareciam não querer passar.Laert rio.Pegou a maleta que estava no chão.Desceu novamente a viela que acabava na casa antiga.Pegou a argola do meio da porta.Sovou-a com força à porta.Nao demorou muito para a porta ser aberta.Um senhor de barbas branca o conduziu ao escritório.O senhor que antes o havia recebido.Estava assentando numa confortavel poltrona da cor das paredes.Uma senhora se vestindo de maneira combinada.Olhou-o de cima em baixo.O senhor disse:---Laert,a Laert.Bem-vindo.Apresento-o a senhora Miss Moron.Miss Moron é a nova contratada pra quela outra ação.Uma nova estória há de começar.Há de ser tão comovente e subistancial como a sua.Laert está de partida Miss Moron.Laert apertou calorozamente a mão de Miss Moron.Entregou a maleta ao senhor:---É ao meio dia não é? Laert assentio com a cabeça que sim:--Então meu jovem não os deixe esperando.Votos de sorte o senhor não há de precisar.E voltou-se à Miss Moron.Laert saiu acompanhado pelo senhor que o entroduzira a sala.
Evair já cansado e iritado por ter esperado e Laert não passou por ali.Resolveu ir ao local combinado.Foi só por os pés na rua pra chuva parar naquele momento.Não era uma chuva torrencial.Era fina e contínua.
Assentado numa cadira de vime.Laert tinha os pensamentos longe:---No prédio,o elevador sobe pelos lados.Não sobe para cima como nos outros edifícios.O engraçado é que na noite passada sonheique estava subindo neste ele que sobe pelos lados.Depois dizem que os sonhos são visões de coisas que a gente vive durante o dia.Evair deu-lhe um leve toque nas costas.Laert abri os olhos e ri;---Pensei que estivesse dormindo.Disse Evair:---Mergulhei-me nos pensamentos;---A patora e o pastor já chegou.É bom ir até o banheiro ali no fundo pra se trocar.Não é preciso usar cueca.É só a istola por cima do corpo nu.A picina já está pronta. Perto da picina Laert,nu aguarda a hora.Evair ainda não tinha aparecido.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
02
Naquela semana.Clora não parava nem na pensão,nem em lugar nenhum.Idalina havia morrido.Jair havia morrido.Ela estava só.Anadava com os nervos à flor da pele,embora tentasse esconder..Marcou encontro com whostinho no café.Um lugar meio deserto e sombrio:--É pra detonar de uma vez só.Amanhã aquele malfadado julgamento acaba.Não é pra esperar sairem de lá pra acabar com cada um.Tem de ser de uma vez.Do meu quarto Whastinho,quero ver o clarão.Depois? Ora depois a cratera testemunhará o que fizemos.Sem deixar pistas.-- Whastinho que havia ficado calado.Dá o seu ponto de vista:--Se os molengas der mole e aí?--Nem pensar numa coisa assim.Deus nós livre de falhar.É certo que está tudo dentro da..."aspas"casa de Deus.Que Deus tenha misericórdia daquele coitado que está sendo sabatinado,torturado e sacudido pelos chamados senhores do clero e do povo.Em nome de Idalina e do Jair,a gente vai.
Nem era preciso acrescentar coisa alguma.Era o lavar de alma.Clora ainda tinha o que fazer.Dentro da cabine dupla,contendo alguma apretechos.Eles comiam alguns sanduíches e bebiam sucos de laranja com acerola.Outros dos que ali estavam,comiam pastéis:--Desculpe-me, tenho outroas urgências para conduzir.Clora sai do carro limpando a roupa.O carro de cabine dupla,começa a deslisar suavimente em direção à igreja.A praça deserta. Algumas pessoas entravam na igreja,outras,estancam-se na calçada.Se indentificando os da guarda,Wastinho convesa e convence-os,entra descendo rampa a baixo.
Quer dizer que o Wastinho e os outros esplodiram a igreja? Dessa eu não sabia.Disse Evair olhando para à praia.Laert continua a folhear o jornal.Eu tentando entender a razão de suas sumidas.Quer dizer que existia uma casa perto daquele túnel com cachoeira e tudo?Ali o senhor se refestelava quando dava os seus sumissos? A bomba explode,metade da cidade encurralada,o senhor se refrescando num canto arborizado qualquer.-- Laert calmo e atento--O ser paciente meu caro,revira mundo em segundos sem se machucar.Quanto aos do seu temperamento,mal come as subras.É isso aí Laert! A pedra que atravanca o meu caminho.Até aqui lhe tratei por pura cordialidade.Não por sua causa,mas por obedecer regras.Regras existem meu caro Laert,é para serem quebras.De agora em diante.Do momento presente,ponho-me a esquerda de ti.Pelo caminho que eu passar,não será o teu caminho, nem motivos propostos por ti.Há entre nós inimizade declarada.Segue o teu e,seguirei o meu.O jogo é pra valer.E começa no nascer do sol,se é que nesta maldita cidade haverá sol algum dia.O que se vê,se sente,se é rodeado de lama e chuvas que não parecem ter fim.-- Dizendo isto sai chutando as cadeira dos cantos da sala.Lendo o jornal estava,lendo o jornal,Laert ficou.
Na esquina escondendo-se da leblina,Laert olhava quem passava.Ora esticava o braço pra ver se era passada a chuva,ora assentava no meio fio da loja.Evair passava enraivecido...vê Laert,pára:---Vou tornar essa sua vidinha idiota meu caro em chamas ardente.Não viu sofrimento ainda.
Naquela tarde,Laert entrou na garagem de sua mansão com o semblante meio caído.O cansaço do trabalho.Os ensaios exastivos.O que mais queria naquele momento era tomar um banho.Comer algo sustâncioso.Mal desceu do carro.Subiu as escadas que dava na cozinha.Tomou um cafezinho rápido.Foi até o seu quarto.Pegou a toalha,entrou no banheiro.Momentos antes Laert esteve assinando o contrato de muitos shows que realizaria mundo a fora.Depois de um demorado banho.Assentou à mesa de jantar.Uma empregada veio lhe trazendo o jantar.Laert abrio uma pasta que levava consigo.Pegou o contrato,manusiou-o.re-colocou-o à pasta.Começou a comer lentamente com se não tivesse presa de nada.O telefone toca,ele atende:--Sim! Da mesma maneira. É,é o jeito.Desliga o telefone,volta a comer saboriando o alimento pedaço por pedaço.
Naquela noite depois de moitas noites.Laert estava encostado no banco de tras do carro rumo as seus muitos ensaios,que já estava tomando forma de espetáculo.As lembrasças viam e iam com a sutileza d'uma neve que cai no chão molhado.Até que não se conteve e desfaleceu deixando entrar lembraças de fatos acontecidos bem recente.Era uma rua deserta,uma chuva caía torrecialmente.Ele só ouviu a voz,mais nada.Só a voz:--Marque o batismo o mais rápido possível. Laert havia passado por Evair sem que o mesmo o notasse.O ódio segara Evair d'uma maneira tal,que não percebeu Laert passar do outro lado da rua bem na hora em que ameçara Laert.Laert saiu dali se sentido estranho.Foi até Evair num momento em que Evair não estava em sua casa.teve que esperar,lá pelas tantas,Evair chega,se surpreende com o amigo:---Você por aqui numa hora dessa.---Aconteceu uma coisa muito esquisita Evair--Comenta Laert--Ouvi uma voz saindo do nada me dizendo pra marcar o batismo o mais depressa possível:--Estranho,também ouvi uma voz me dizendo pra não marcar nada ainda.Está muito estranho tudo isto.Tive uma sonho na noite anterior,que eu entrava no mar amarrado numa cama.Agora essa voz me dizendo pra marcar o batismo.O que que a gente faz? Marca,se uma diz pra não marcar,a outra diz pra marcar.Vamos marcar pra manhã então.Disse Evair convencido de que algo de ruim estava querendo brincar com eles.
Laert lia um livro quando Evair foi entrando feito um raio quando cai na floresta:--É pra brincar então.Disse Evair esfregando as mãos:--Brincar de que? ---Que é Laert! Esfaqueou-me pelas costas adiantando o tempo em dias:--Não me passa um til pela cabeça de que tempo está a dizer:--Que me diz do bastimo? não era a hora.---Então é isso.Quem começou tudo não foi a vossa pessoa.---Cinismo agora?--Foi a única saída encontrada depois da ameaça:---Mas,mas...que é isso.Era só sair com uma conversa e tudo se resolvia.O batismo podia muito bem esperar a hora certa:--Amanhã ao meio dia.Não falte:---Ama..nhã? Pra que tanta...tanta.A manhã então! --Se faltar,adeus! Laert deu as costa.Evair saiu rumo a rua:---Deve haver alguma coisa à fazer.Tem de haver.Neste momento Evair andava a passos largos como quem estivesse atrasado.Ao vê-lo,Evair jogou um pedrinha chamando-lhe a atenção:--Não seja o último a entrar na água,seja o primeiro.Tem de ser o primeiro ok! Evair concordou com a cabeça,embora não visse ninguém.Evair saiu rindo.Entrou novamente no hotel.Ao ines de ir ao balcão de sua atendente.Foi até o balcão dos povos de livre arbítrio.Entrava e saia gente.Evair parou ao lado de uma moça bonita.Assoprou-lhe o pescoço.Ela passava a mão como se um vento lhe acariciasse a nuca.Evair ria.Cançado da brincadeira.Pegou o elvador e subiu.
Nem era preciso acrescentar coisa alguma.Era o lavar de alma.Clora ainda tinha o que fazer.Dentro da cabine dupla,contendo alguma apretechos.Eles comiam alguns sanduíches e bebiam sucos de laranja com acerola.Outros dos que ali estavam,comiam pastéis:--Desculpe-me, tenho outroas urgências para conduzir.Clora sai do carro limpando a roupa.O carro de cabine dupla,começa a deslisar suavimente em direção à igreja.A praça deserta. Algumas pessoas entravam na igreja,outras,estancam-se na calçada.Se indentificando os da guarda,Wastinho convesa e convence-os,entra descendo rampa a baixo.
Quer dizer que o Wastinho e os outros esplodiram a igreja? Dessa eu não sabia.Disse Evair olhando para à praia.Laert continua a folhear o jornal.Eu tentando entender a razão de suas sumidas.Quer dizer que existia uma casa perto daquele túnel com cachoeira e tudo?Ali o senhor se refestelava quando dava os seus sumissos? A bomba explode,metade da cidade encurralada,o senhor se refrescando num canto arborizado qualquer.-- Laert calmo e atento--O ser paciente meu caro,revira mundo em segundos sem se machucar.Quanto aos do seu temperamento,mal come as subras.É isso aí Laert! A pedra que atravanca o meu caminho.Até aqui lhe tratei por pura cordialidade.Não por sua causa,mas por obedecer regras.Regras existem meu caro Laert,é para serem quebras.De agora em diante.Do momento presente,ponho-me a esquerda de ti.Pelo caminho que eu passar,não será o teu caminho, nem motivos propostos por ti.Há entre nós inimizade declarada.Segue o teu e,seguirei o meu.O jogo é pra valer.E começa no nascer do sol,se é que nesta maldita cidade haverá sol algum dia.O que se vê,se sente,se é rodeado de lama e chuvas que não parecem ter fim.-- Dizendo isto sai chutando as cadeira dos cantos da sala.Lendo o jornal estava,lendo o jornal,Laert ficou.
Na esquina escondendo-se da leblina,Laert olhava quem passava.Ora esticava o braço pra ver se era passada a chuva,ora assentava no meio fio da loja.Evair passava enraivecido...vê Laert,pára:---Vou tornar essa sua vidinha idiota meu caro em chamas ardente.Não viu sofrimento ainda.
Naquela tarde,Laert entrou na garagem de sua mansão com o semblante meio caído.O cansaço do trabalho.Os ensaios exastivos.O que mais queria naquele momento era tomar um banho.Comer algo sustâncioso.Mal desceu do carro.Subiu as escadas que dava na cozinha.Tomou um cafezinho rápido.Foi até o seu quarto.Pegou a toalha,entrou no banheiro.Momentos antes Laert esteve assinando o contrato de muitos shows que realizaria mundo a fora.Depois de um demorado banho.Assentou à mesa de jantar.Uma empregada veio lhe trazendo o jantar.Laert abrio uma pasta que levava consigo.Pegou o contrato,manusiou-o.re-colocou-o à pasta.Começou a comer lentamente com se não tivesse presa de nada.O telefone toca,ele atende:--Sim! Da mesma maneira. É,é o jeito.Desliga o telefone,volta a comer saboriando o alimento pedaço por pedaço.
Naquela noite depois de moitas noites.Laert estava encostado no banco de tras do carro rumo as seus muitos ensaios,que já estava tomando forma de espetáculo.As lembrasças viam e iam com a sutileza d'uma neve que cai no chão molhado.Até que não se conteve e desfaleceu deixando entrar lembraças de fatos acontecidos bem recente.Era uma rua deserta,uma chuva caía torrecialmente.Ele só ouviu a voz,mais nada.Só a voz:--Marque o batismo o mais rápido possível. Laert havia passado por Evair sem que o mesmo o notasse.O ódio segara Evair d'uma maneira tal,que não percebeu Laert passar do outro lado da rua bem na hora em que ameçara Laert.Laert saiu dali se sentido estranho.Foi até Evair num momento em que Evair não estava em sua casa.teve que esperar,lá pelas tantas,Evair chega,se surpreende com o amigo:---Você por aqui numa hora dessa.---Aconteceu uma coisa muito esquisita Evair--Comenta Laert--Ouvi uma voz saindo do nada me dizendo pra marcar o batismo o mais depressa possível:--Estranho,também ouvi uma voz me dizendo pra não marcar nada ainda.Está muito estranho tudo isto.Tive uma sonho na noite anterior,que eu entrava no mar amarrado numa cama.Agora essa voz me dizendo pra marcar o batismo.O que que a gente faz? Marca,se uma diz pra não marcar,a outra diz pra marcar.Vamos marcar pra manhã então.Disse Evair convencido de que algo de ruim estava querendo brincar com eles.
Laert lia um livro quando Evair foi entrando feito um raio quando cai na floresta:--É pra brincar então.Disse Evair esfregando as mãos:--Brincar de que? ---Que é Laert! Esfaqueou-me pelas costas adiantando o tempo em dias:--Não me passa um til pela cabeça de que tempo está a dizer:--Que me diz do bastimo? não era a hora.---Então é isso.Quem começou tudo não foi a vossa pessoa.---Cinismo agora?--Foi a única saída encontrada depois da ameaça:---Mas,mas...que é isso.Era só sair com uma conversa e tudo se resolvia.O batismo podia muito bem esperar a hora certa:--Amanhã ao meio dia.Não falte:---Ama..nhã? Pra que tanta...tanta.A manhã então! --Se faltar,adeus! Laert deu as costa.Evair saiu rumo a rua:---Deve haver alguma coisa à fazer.Tem de haver.Neste momento Evair andava a passos largos como quem estivesse atrasado.Ao vê-lo,Evair jogou um pedrinha chamando-lhe a atenção:--Não seja o último a entrar na água,seja o primeiro.Tem de ser o primeiro ok! Evair concordou com a cabeça,embora não visse ninguém.Evair saiu rindo.Entrou novamente no hotel.Ao ines de ir ao balcão de sua atendente.Foi até o balcão dos povos de livre arbítrio.Entrava e saia gente.Evair parou ao lado de uma moça bonita.Assoprou-lhe o pescoço.Ela passava a mão como se um vento lhe acariciasse a nuca.Evair ria.Cançado da brincadeira.Pegou o elvador e subiu.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
segunda-feira, 30 de março de 2009
VENENO LENTO
Laert lia as manchetes do jornal exposto na parte lateral da banca.Reslove entrar na banca,e comprar um jornal.
A cidade cujo nome é Represa.Não difere de muitas cidades.Hé nela,tudo que há nas outras.A diferença está na administração.As rua são largas.Limpas.Os impostos são de fato para o bem dos usuarios.Ônibus,a população não paga.Nem metrô,nem diversão.Os cinemas,internets,teatros.Todo tipo de diversão existente,são pagos pelos governates.Prefeituras e governos.Não há dircódia nas leis,nem nos tratados.Impostos recolhidos são usados em beneficio da própria população.As empresas de ônibus,os taxis,os trens.Todo tipo de comunicação são alimentado pelos governos,tanto estadual,como municipal.
Laert com o jornal em baixo do braço.Segue ruma ao hotel.No caminho passa por Idalina.Bem vestida,usa bolsa combinando com roupa e com o sapato.Alta,bela de cabelos negros e longos.Anda de um lado à outro.Na rua transversal.Clora,se veste bem com roupas de grife.Alto louro e elegante.Quando Laert passa,Idalina olha-o até sumir na esquina.
Depois de andar algumas quadras.Há uma ladeira à beira de uma floresta.A rua tem nome de animal.Bem no cume da ladeira,uma mansão bem antiga,de três andares,com uma sacada no último andar.Perto da porta da entrada uma trilha sumia no vão da mata.Laert costuma entrar ali,subir até a cachoeira que fica a alguns metros da entrada.Se bem que era preciso andar mais ao menos uns quinze a vinte minutos pra chegar até a cachoeira.Mas, valia a pena.Laert sempre ia se destrair em baixo da água que caia fazendo uma enorme cascata.Entrava na água.Ficava ali boiando horas,e horas.
Quando Laert desceu da casa velha,a mansão propriamente dito.Era uma pousada com nome de cardeal verde misturado com hostel.Talvez o verde viesse por causa da mata.O cardeal? Bem,um religiosismo assumido,quem sabe.Era a pousada mais escondida que se podia encontrar numa cidade como Represa.A descida,acabava numa praça,que era circulada por duas avinidas.Uma dando mão de quem vem.A outra dando mão pra quem vai.Parecia rodear a praça,pois por cima do tunel era formada outra rua.Pra quem queria contornar e entrar no tunel que os leva para o mar.A praça com alguns bancos.Tudo ao redor era muito bem arrumado.Laert,sentou-se num dos bancos à beira duma frondosa árvore.abriu a maleta que carregava.Retirou de dendro o livro.Quando ia começar a ler.Oulhou,e viu uma homem de barbas branca.Cabelos compridos,usando um livro como travesseiro deitado num dos bancos.Não deu muita atenção ao fato,e continuou a sua leitura.O homem,saiu do seu lugar com o livro na mão.Aproximou-se chegando bem pertinho de Laert:---O senhor já foi ao xingu? Disse o homem em meio a palavras salpicadas.Laert respondeu um não com a cabeça.Mas,o homem não parou por ali:---Devia conhecer.O mal maior,foi a descoberta do sexo e do amor.Se não houvesse a Francisca e as outras.E o padre tivesse tido somente os seus conflitos,mas continuasse padre.Que morresse de desejos por todas.Mas,continuasse padre.Mas,não.Primeiro foi a política.depois o éter.Dai,foi um pulinho só pra se contaminar com o sexo.Ai,o padre passou a ser homem comum.Comum como os demais.Deixou de ser puro comos os indios o são.Deus um longo tempo de silêncio.Laert ali parado a ouví-lo de livro na mão.Até que o homem disse mais algumas palavras:--Que continuace padre até o fim do livro.Casto,mas padre.Saiu como veio resmungando.Laert re-colocou o livro na maleta e saiu também.Desceu a avenida,atravessou o tunel sumindo na escuridão,apezar das luzes acesas dentro do tunel.
Era um prédio antigo e três andares.Um om ensurdecedor vinha de um dos apartamentos.Que eram poucos.Era o andar da casa de Idalina.Jair,seu irmão,tinha colocado o som estridente no último volume.Aos que lhe chamavam a atenção,fazia-lhes jestos obsenos.E o som continuava estalando feito milho na panela quente.
Marquinho,parou a sua bicicleta diante do poste que ficava em frente a janela do prédio.Só depois de ter jogado uma pedra no vidro que Jair veio a janela.Viu Marquinho com um mochila nas costas.Assenou para que ele subisse.Marquinhos abriu a porta.Subiu as escadas,pois o prédio não tinha elevador.A porta já aberta,ele entrou.Jair abaixou o som,mas ligou a televisão.Ia o som tocando e a televisão falando.Tudo ao mesmo tempo.Marquinho tirou de dentro da mochila uma pacote de maconha.Um saquinho de cocaina e um comprimido de craque.Jair pagou o que era para pagar.Ele saiu sorridente descendo as escadas.Amonta na sua bicicleta e vai para outro comdomínio.
Idalina conversa com um freguês.Aceita as condições.vai com ele à um hotelzinho do outro lado da calçada.E a vida noturna continua na cidade cujo nome é Represa.O cidadão morador,ou nascido na cidade.Não precisava andar com nenhum documento de identidade.Todos os seus dados existiam no banco de dados do computador no destrito policial.Qualquer aparelho de qualquer lanhouse,ou internet,que não era pouco.A internet era feito orelhão.em cada esquina tinha um aparelho para se consultar o que o cidadão queria.Não era proíbido.Não havia limite.Não havia pagamento para nada.o cidadão pagava os impostos,daí saia as beneces inceridas para o beneficio do contribuinte.Mas a lei era severa com todos.Ricos ou pobres.Não existia lixos nas ruas.Não existia vendas a vulsas.Mas,a prostituição as drogas e as casas noturnas,eram controladas com severas penas.Toda prostituta era conhecidas pelo seu fichario.Tudo homem que fazia tipos de serviços proibidos,eram cladestinos.Jair sabia disto.Idalina sabia.Clora sabia.Mas, levavam a vida como foras-da-lei.E a lei era dura para esse tipo de gente.Não havia mendingos,pois o próprio governo se encarregava de cuidar deles.havia abrigos e ensino fundamental para todos.Depois de formados,iam trabalhar para pagar imposto e contribuir para o bem estar de todos.Cada cidadão sabia a sua resposabilidade.Que o bem estar dependia do trabalhos de cada um,e cada um contribuia sem reclamar.
O estado penalizava com severas penas,quem roubasse,assaltasse,ou vendesse drogas.A pena era de morte.
Clora subiu as escadas até o terceiro andar quase de um folego só.Baeu na porta com tanta força,que Jair não se conteve.O som estava tão alto que não dava pra ouvir quase nada:---É porta,frágil.Quer manerar! ---Tô a quase um século batendo,não abri.Talvéz derrubado a gente entra:--Quer o que aqui? ---Vi quando aquele sujeito saiu correndo daqui:--E daí! ---Daí,se Lina sabe:--Foi voc quem contou.Arranco-lhe o silicone a unhada:--Quer saber! Foda-se você.Quem sabe os dois não se agarram em uma prisão confortavel.Tenho pena é da Lina coitada.Morrendo de trabalhar dando a...deixa pra lá. Clora sai irritada.Quase no mesmo passou esbarra com a Deise subindo o último degrau.Comprimentam-se apenas pelo olhar.Jair ainda continuava meio lerdo estancado na porta:--Aleluia! A gata resolveu visitar a ralé.---É brincadeira não,a coisa tá ficando torta meu chapa;---Entra,entra! Em cima do móvel,alguns papeis de droga.Copos espalhados pelo chão.Restos de comida.Num copo com uma tampa de alumínio ele colocou o craque.Pôs fogo e começou a cheirar a fumaça.Daise não quis nada.Mas acendeu um cigarro de maconha.
Naquela noite Idalina já tinha saído com alguns homens.No momento em que ia embora,houve um confusão.Alguns tiros foram disparados.Idalina anda cambaleando até chegar em casa.Sobe as escadas quase sem aguentar.Destranca a porta,quando vai fechar,Clora impende com as mãos que ela feche a porta:---Como demorou. Fiquei aqui escondida na esperita esperando que chegasse.Lina,ah,Lina! O Jair saiu com aquela branquela pra farra.Os dois estavam notro mundo.Você precisar aconselhar o seu irmão.Do jeito que anda vai acabar morto...Deus me livre uma coisa desta...mas é Lina:--Que eu faço o que sua bicha invejosa.Que coloque cabrestos nele?Que preda o pau dele no pé da mesa? Vai se fuder,é de homem que está precisando.De um pau bem grade pra lhe satisfazer:---Estou bege! A vaca resolveu aninhar o bezerro de ouro no colo.Víbora,minha filha,se não mata lhe pica.Com trocadilho e tudo.Clora sai irritada batendo a porta.Não demorou dois minutos já estava de volta,murcha,cabisbaixo:--Desculpe-me tá! Me empresta a sua buceta.
Idalina riu.Clora sentou-se ao seu lado:--Desculpe-me! eu não devia ter entrado da maneira que entrei:--Tá,tá! Agora me ajuda com o remédio aqui.Foram limpado e colocando curativos na ferida:---Doi muito Lina? --Já passou! Como foi? quer dizer,você não consegiu correr e foi feria.Aquilo foi pra morte! ---E você Clora,estava em que lugar? A sua rua também foi atacada.Ele vasculharam tudo.--Comigo foram gentis.Me trataram bem,ainda me ofereceram ajuda.--Nós duas no mesmo lugar,se bem que não era tão perto assim.Mas o lugar era o mesmo.Como podem ser bons contigo e pervesos com as mulheres? Há algo de errado:---Não acho! foram bons,só isso! Até se esqueceram que Jair naquele momento ali não se encontrava.Idalina já refeita,procurava a chaleira pra fazer um café.Enquanto isto,iam conversando:---Você não devia ter entrado daquele jeito acusando o Jair.Esperasse até eu me alcalmar.Depoiss,só depois ia dizendo a coisa como ele é.Não havia discursões:--Desculpe,errei,me precipitei.Ora Lina,eu também estava agitada,nervosa e preocupada.---Ok,ok! Disse de outra maneira! acha que ele tá mesmo numa enracada?---Enracada talvez não.O tal do Marquinho é gente ruim.Tá jurado de morte.A Deise é outra,rica,sonsa e sanguessuga.Tudo isto junto pode dar uma vitamina intragável:---É,tem razão!Últimamente tem me pedido muito dinheiro e não diz pra que.Se pergunto,se irrita.Pra não discutir,dou sem muito questionamento.---É o tal do craque! E mata,o solvente que cheira também é o mal que mata rápido.O tratamento,já disse a ele que tem? ---Nem me fale uma coisa assim.É briga pra semana,ou o mês todo.
Quando houve um silêncio inesperado entre as duas,o telefone toca.Idalina olha assutada para o fone tocando:---Atende pra mim Clora! O meu braço ainda doi muito.Clora atende.Por alguns segundos a sua aparência muda de cor.Ela fala quase soletrando tentando fazer com que Idalina não ouvisse:---Que é Clora? Clora não responde,continua a conversar entre sim e não.Depois desliga e põe o fone no gancho:---Você não disse quem é:---A coisa não é boa Lina:--O que mais podia ser pior depois de tudo o que passei hoje? ---Uma prisão por exemplo,não podia ser pior? ---Dependendo de que foi:---Jair! ---Jair...coitado numa hora desta já está no setimo céu:--Se for céu de fogarel,é possível:--Pára de brincar Clora.Dá até vontade de rir das suas mesuras.Não me faça fazer esforço:---É brncadeira não! O Jair está mesmo feito pássaro numa jaula.
Lina vai andando rumo ao quarto do Jair.Volta com as mãos na cabeça:---É de brincadeira! Você está brincando! Ora Clora,você tem cada brincadeira besta! ---Brincadeira é? ele e o tal do Marquinho que vende as drogas.A tal Da Deise,enfim! Estão todos neste momento dormindo naquele chão duro,sem cobertor e sem nada.Pior,desta vez é morte mesmo.Duas vezes presos,é morte.é a lei minha cara Idalina.Idalina desmaia.Clora,corta um pedacinho de seus cabelos.Põe fogo.Chega-o ao nariz de Idalina.Pega um copo d'água.Corre pra lá,corre pra cá.Idalina finalmente pula literalmente da cama no chão.Olhar com os olhos aregalados para Clora:---Neste planeta.No mundo que os seres vivos vivem.O que é certo é errado.O que é errado é que certo....essa gente não tem senso de ridículo.São capazes de esperar horas num evento,só pra comer.Adoram entrar em coquiteis.Fazer qualquer coisa.Qualquer coisa mesmo! Idalina fita Clora.Clora olha com olhos esbugalhados para Idalina.Ela se deixa cair na cama.Leva a mão ao ferimento.Se contorce de febre e de dor.
A cidade cujo nome é Represa.Não difere de muitas cidades.Hé nela,tudo que há nas outras.A diferença está na administração.As rua são largas.Limpas.Os impostos são de fato para o bem dos usuarios.Ônibus,a população não paga.Nem metrô,nem diversão.Os cinemas,internets,teatros.Todo tipo de diversão existente,são pagos pelos governates.Prefeituras e governos.Não há dircódia nas leis,nem nos tratados.Impostos recolhidos são usados em beneficio da própria população.As empresas de ônibus,os taxis,os trens.Todo tipo de comunicação são alimentado pelos governos,tanto estadual,como municipal.
Laert com o jornal em baixo do braço.Segue ruma ao hotel.No caminho passa por Idalina.Bem vestida,usa bolsa combinando com roupa e com o sapato.Alta,bela de cabelos negros e longos.Anda de um lado à outro.Na rua transversal.Clora,se veste bem com roupas de grife.Alto louro e elegante.Quando Laert passa,Idalina olha-o até sumir na esquina.
Depois de andar algumas quadras.Há uma ladeira à beira de uma floresta.A rua tem nome de animal.Bem no cume da ladeira,uma mansão bem antiga,de três andares,com uma sacada no último andar.Perto da porta da entrada uma trilha sumia no vão da mata.Laert costuma entrar ali,subir até a cachoeira que fica a alguns metros da entrada.Se bem que era preciso andar mais ao menos uns quinze a vinte minutos pra chegar até a cachoeira.Mas, valia a pena.Laert sempre ia se destrair em baixo da água que caia fazendo uma enorme cascata.Entrava na água.Ficava ali boiando horas,e horas.
Quando Laert desceu da casa velha,a mansão propriamente dito.Era uma pousada com nome de cardeal verde misturado com hostel.Talvez o verde viesse por causa da mata.O cardeal? Bem,um religiosismo assumido,quem sabe.Era a pousada mais escondida que se podia encontrar numa cidade como Represa.A descida,acabava numa praça,que era circulada por duas avinidas.Uma dando mão de quem vem.A outra dando mão pra quem vai.Parecia rodear a praça,pois por cima do tunel era formada outra rua.Pra quem queria contornar e entrar no tunel que os leva para o mar.A praça com alguns bancos.Tudo ao redor era muito bem arrumado.Laert,sentou-se num dos bancos à beira duma frondosa árvore.abriu a maleta que carregava.Retirou de dendro o livro.Quando ia começar a ler.Oulhou,e viu uma homem de barbas branca.Cabelos compridos,usando um livro como travesseiro deitado num dos bancos.Não deu muita atenção ao fato,e continuou a sua leitura.O homem,saiu do seu lugar com o livro na mão.Aproximou-se chegando bem pertinho de Laert:---O senhor já foi ao xingu? Disse o homem em meio a palavras salpicadas.Laert respondeu um não com a cabeça.Mas,o homem não parou por ali:---Devia conhecer.O mal maior,foi a descoberta do sexo e do amor.Se não houvesse a Francisca e as outras.E o padre tivesse tido somente os seus conflitos,mas continuasse padre.Que morresse de desejos por todas.Mas,continuasse padre.Mas,não.Primeiro foi a política.depois o éter.Dai,foi um pulinho só pra se contaminar com o sexo.Ai,o padre passou a ser homem comum.Comum como os demais.Deixou de ser puro comos os indios o são.Deus um longo tempo de silêncio.Laert ali parado a ouví-lo de livro na mão.Até que o homem disse mais algumas palavras:--Que continuace padre até o fim do livro.Casto,mas padre.Saiu como veio resmungando.Laert re-colocou o livro na maleta e saiu também.Desceu a avenida,atravessou o tunel sumindo na escuridão,apezar das luzes acesas dentro do tunel.
Era um prédio antigo e três andares.Um om ensurdecedor vinha de um dos apartamentos.Que eram poucos.Era o andar da casa de Idalina.Jair,seu irmão,tinha colocado o som estridente no último volume.Aos que lhe chamavam a atenção,fazia-lhes jestos obsenos.E o som continuava estalando feito milho na panela quente.
Marquinho,parou a sua bicicleta diante do poste que ficava em frente a janela do prédio.Só depois de ter jogado uma pedra no vidro que Jair veio a janela.Viu Marquinho com um mochila nas costas.Assenou para que ele subisse.Marquinhos abriu a porta.Subiu as escadas,pois o prédio não tinha elevador.A porta já aberta,ele entrou.Jair abaixou o som,mas ligou a televisão.Ia o som tocando e a televisão falando.Tudo ao mesmo tempo.Marquinho tirou de dentro da mochila uma pacote de maconha.Um saquinho de cocaina e um comprimido de craque.Jair pagou o que era para pagar.Ele saiu sorridente descendo as escadas.Amonta na sua bicicleta e vai para outro comdomínio.
Idalina conversa com um freguês.Aceita as condições.vai com ele à um hotelzinho do outro lado da calçada.E a vida noturna continua na cidade cujo nome é Represa.O cidadão morador,ou nascido na cidade.Não precisava andar com nenhum documento de identidade.Todos os seus dados existiam no banco de dados do computador no destrito policial.Qualquer aparelho de qualquer lanhouse,ou internet,que não era pouco.A internet era feito orelhão.em cada esquina tinha um aparelho para se consultar o que o cidadão queria.Não era proíbido.Não havia limite.Não havia pagamento para nada.o cidadão pagava os impostos,daí saia as beneces inceridas para o beneficio do contribuinte.Mas a lei era severa com todos.Ricos ou pobres.Não existia lixos nas ruas.Não existia vendas a vulsas.Mas,a prostituição as drogas e as casas noturnas,eram controladas com severas penas.Toda prostituta era conhecidas pelo seu fichario.Tudo homem que fazia tipos de serviços proibidos,eram cladestinos.Jair sabia disto.Idalina sabia.Clora sabia.Mas, levavam a vida como foras-da-lei.E a lei era dura para esse tipo de gente.Não havia mendingos,pois o próprio governo se encarregava de cuidar deles.havia abrigos e ensino fundamental para todos.Depois de formados,iam trabalhar para pagar imposto e contribuir para o bem estar de todos.Cada cidadão sabia a sua resposabilidade.Que o bem estar dependia do trabalhos de cada um,e cada um contribuia sem reclamar.
O estado penalizava com severas penas,quem roubasse,assaltasse,ou vendesse drogas.A pena era de morte.
Clora subiu as escadas até o terceiro andar quase de um folego só.Baeu na porta com tanta força,que Jair não se conteve.O som estava tão alto que não dava pra ouvir quase nada:---É porta,frágil.Quer manerar! ---Tô a quase um século batendo,não abri.Talvéz derrubado a gente entra:--Quer o que aqui? ---Vi quando aquele sujeito saiu correndo daqui:--E daí! ---Daí,se Lina sabe:--Foi voc quem contou.Arranco-lhe o silicone a unhada:--Quer saber! Foda-se você.Quem sabe os dois não se agarram em uma prisão confortavel.Tenho pena é da Lina coitada.Morrendo de trabalhar dando a...deixa pra lá. Clora sai irritada.Quase no mesmo passou esbarra com a Deise subindo o último degrau.Comprimentam-se apenas pelo olhar.Jair ainda continuava meio lerdo estancado na porta:--Aleluia! A gata resolveu visitar a ralé.---É brincadeira não,a coisa tá ficando torta meu chapa;---Entra,entra! Em cima do móvel,alguns papeis de droga.Copos espalhados pelo chão.Restos de comida.Num copo com uma tampa de alumínio ele colocou o craque.Pôs fogo e começou a cheirar a fumaça.Daise não quis nada.Mas acendeu um cigarro de maconha.
Naquela noite Idalina já tinha saído com alguns homens.No momento em que ia embora,houve um confusão.Alguns tiros foram disparados.Idalina anda cambaleando até chegar em casa.Sobe as escadas quase sem aguentar.Destranca a porta,quando vai fechar,Clora impende com as mãos que ela feche a porta:---Como demorou. Fiquei aqui escondida na esperita esperando que chegasse.Lina,ah,Lina! O Jair saiu com aquela branquela pra farra.Os dois estavam notro mundo.Você precisar aconselhar o seu irmão.Do jeito que anda vai acabar morto...Deus me livre uma coisa desta...mas é Lina:--Que eu faço o que sua bicha invejosa.Que coloque cabrestos nele?Que preda o pau dele no pé da mesa? Vai se fuder,é de homem que está precisando.De um pau bem grade pra lhe satisfazer:---Estou bege! A vaca resolveu aninhar o bezerro de ouro no colo.Víbora,minha filha,se não mata lhe pica.Com trocadilho e tudo.Clora sai irritada batendo a porta.Não demorou dois minutos já estava de volta,murcha,cabisbaixo:--Desculpe-me tá! Me empresta a sua buceta.
Idalina riu.Clora sentou-se ao seu lado:--Desculpe-me! eu não devia ter entrado da maneira que entrei:--Tá,tá! Agora me ajuda com o remédio aqui.Foram limpado e colocando curativos na ferida:---Doi muito Lina? --Já passou! Como foi? quer dizer,você não consegiu correr e foi feria.Aquilo foi pra morte! ---E você Clora,estava em que lugar? A sua rua também foi atacada.Ele vasculharam tudo.--Comigo foram gentis.Me trataram bem,ainda me ofereceram ajuda.--Nós duas no mesmo lugar,se bem que não era tão perto assim.Mas o lugar era o mesmo.Como podem ser bons contigo e pervesos com as mulheres? Há algo de errado:---Não acho! foram bons,só isso! Até se esqueceram que Jair naquele momento ali não se encontrava.Idalina já refeita,procurava a chaleira pra fazer um café.Enquanto isto,iam conversando:---Você não devia ter entrado daquele jeito acusando o Jair.Esperasse até eu me alcalmar.Depoiss,só depois ia dizendo a coisa como ele é.Não havia discursões:--Desculpe,errei,me precipitei.Ora Lina,eu também estava agitada,nervosa e preocupada.---Ok,ok! Disse de outra maneira! acha que ele tá mesmo numa enracada?---Enracada talvez não.O tal do Marquinho é gente ruim.Tá jurado de morte.A Deise é outra,rica,sonsa e sanguessuga.Tudo isto junto pode dar uma vitamina intragável:---É,tem razão!Últimamente tem me pedido muito dinheiro e não diz pra que.Se pergunto,se irrita.Pra não discutir,dou sem muito questionamento.---É o tal do craque! E mata,o solvente que cheira também é o mal que mata rápido.O tratamento,já disse a ele que tem? ---Nem me fale uma coisa assim.É briga pra semana,ou o mês todo.
Quando houve um silêncio inesperado entre as duas,o telefone toca.Idalina olha assutada para o fone tocando:---Atende pra mim Clora! O meu braço ainda doi muito.Clora atende.Por alguns segundos a sua aparência muda de cor.Ela fala quase soletrando tentando fazer com que Idalina não ouvisse:---Que é Clora? Clora não responde,continua a conversar entre sim e não.Depois desliga e põe o fone no gancho:---Você não disse quem é:---A coisa não é boa Lina:--O que mais podia ser pior depois de tudo o que passei hoje? ---Uma prisão por exemplo,não podia ser pior? ---Dependendo de que foi:---Jair! ---Jair...coitado numa hora desta já está no setimo céu:--Se for céu de fogarel,é possível:--Pára de brincar Clora.Dá até vontade de rir das suas mesuras.Não me faça fazer esforço:---É brncadeira não! O Jair está mesmo feito pássaro numa jaula.
Lina vai andando rumo ao quarto do Jair.Volta com as mãos na cabeça:---É de brincadeira! Você está brincando! Ora Clora,você tem cada brincadeira besta! ---Brincadeira é? ele e o tal do Marquinho que vende as drogas.A tal Da Deise,enfim! Estão todos neste momento dormindo naquele chão duro,sem cobertor e sem nada.Pior,desta vez é morte mesmo.Duas vezes presos,é morte.é a lei minha cara Idalina.Idalina desmaia.Clora,corta um pedacinho de seus cabelos.Põe fogo.Chega-o ao nariz de Idalina.Pega um copo d'água.Corre pra lá,corre pra cá.Idalina finalmente pula literalmente da cama no chão.Olhar com os olhos aregalados para Clora:---Neste planeta.No mundo que os seres vivos vivem.O que é certo é errado.O que é errado é que certo....essa gente não tem senso de ridículo.São capazes de esperar horas num evento,só pra comer.Adoram entrar em coquiteis.Fazer qualquer coisa.Qualquer coisa mesmo! Idalina fita Clora.Clora olha com olhos esbugalhados para Idalina.Ela se deixa cair na cama.Leva a mão ao ferimento.Se contorce de febre e de dor.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
01
Faltando dois meses para o tão esperado fim-de-ano.Nas ruas já se podia respirar com mais tranquilidade,o que não se podia dizer dos bairros,lá aonde as autoridades não vão.As lojas já se ornamentando para as festas.Estava longe,mas é melhor començar cedo do que ter que sair na correria.
Laert bem vestido,parecia ter acabado as férias.Evair entra bolindo com as moças,mas estas não o vê,sente apenas um vento a entrar-lhes pelo decote da blusa.De normal,tudo era igual.Havia recepcionista do mundo deles,garçons,metres,seguraçãs.Tudo era normal para Laert e Evair.Menos as pessoas do mundo de Laert,o autor.No mundo de Laert da cidade do sol.Nem Evair,nem Laert podia ser vistos pelos ocupantes daqueles espaços ali ocupados pelo povo real,da vida real,do mundo da cidade do sol.O hotel da beira da praia.Um hotel de luxo.Todos tentavam contornar a crise que comias as econômias reais.No mundo em que Laert e Evair viviam,o hotel não tinha esse tipo de preocupação.Tudo corria igual.Estava tudo integrado ao perfeito funcionamento para bem serví-los.
Faltando dois meses para o tão esperado fim-de-ano.Nas ruas já se podia respirar com mais tranquilidade,o que não se podia dizer dos bairros,lá aonde as autoridades não vão.As lojas já se ornamentando para as festas.Estava longe,mas é melhor començar cedo do que ter que sair na correria.
Laert bem vestido,parecia ter acabado as férias.Evair entra bolindo com as moças,mas estas não o vê,sente apenas um vento a entrar-lhes pelo decote da blusa.De normal,tudo era igual.Havia recepcionista do mundo deles,garçons,metres,seguraçãs.Tudo era normal para Laert e Evair.Menos as pessoas do mundo de Laert.O mundo do livre arbitrio.O mundo de Laert da cidade do sol.Nem Evair,nem Laert podia ser vistos.O hotel da beira da praia,é um hotel de luxo,que tentava controlar a crise que comia as econômias.De resto,a vida seguia o seu curso diário.
Laert folheava o jornal,quando Evair --meio gatinho querendo comida ronçava aos pé de seu dono--puxa uma cadeira e se senta puxando conversa:---Estive imaginando no meu imeginario real:---Não é preciso fantasiar.Sabe tanto quanto eu que não dou vazão à rodeios:---No meio do caminho de pontos passados.Houve um deixado pra trás.De todos os personagens eliminados,há um na lista que não se enquandra:---Estou lhe dizendo pra não fazer rodeios:--Não.É que na minha memória de rã.Parece-me que é assim que vêem a minha pessoa.Um memória de rã.Retra a vida gritando num canto qualquer:---Deve ter tirado dia hoje pra versejar.Quanta poesia numa nota só.Memória de rã! Esa é nova até pra mim.Diga logo o que quer:---Até parece que vivo sob as suas ordens.Estou dizendo,que o Zé João,de lá do DOLORE'SHOTEL,ficou esquecido no meio de tudo:---É pra me interrogar,ou é pra organizar as coisas?: É que nem tudo vai indo com forme o determinado.Se a ordem era à morte de todos...um escapou:---É pra interrogar mesmo! Acredita mesmo que eu deixaria portas entre-abertas para possíveis entradas de incetos?:---É o que eu acho! Creio que um índividuo como Laert,tem na sua atenção o alerta sempre aceso.Mas,contudo,o personagem lá continua como se erva fosse:---Examine uma coisica só.Sabendo eu do estrago que a mordida de um cão faz,deixaria uma lacuna desta natureza?:--Também penso assim! É que o tal,eu mesmo vi lá trabalhando sozinho, dias depois de ter enterrado o corpo da irmã:--Até, ontem! :---Não o vi sair daqui,como ontem?:---Antes de seguir até a próxima cidade,tomei as recausões necessárias.Sabendo eu que passaria lá depois de mim,apressei-me em deixar um como isca:--Não pode.Revistei tudo quanto foi lugar.Nada encontrei:---Numa símples chave de hotel não procuraria:--Na chave do hotel? Pôs,numa chave de hotel?:---Viu como acertei.Ontem o seu ersonagem bateu as potas.Não existe mais.EVair já não se sente mai a vontade.Fica muito nervoso:---Cadê o respeito? Cadê o respeito? Pôr vírus numa chave de hotel! É subestimar demais a inteligência das pessoas de boa ídole.Numa chave de hotel!!! ---Trabalho perdido,não é mesmo meu caro Vair?:---E falta de consideração com o coitado do personagem.Vírus,colocar um vírus com os dias contados.Como eu ainda não soube disto?---Confirme mais tarde.Agora já o sabes.Laert dobra as áginas do jornal,deixando Evair andando de um lado a outro repetindo a mesma frase.
No começo da noite.Laert está no meio-fio sentado aguardando a hora de começar a retira dos sacos de lixo o alimento.Não demorou muito para o rapaz do armazém colocar os sacos no meio-fio.Com toda a calma,Laert pega o que lhe interessa.Enche a sacola que trazia consigo e sai.Laert,parado numa esquina,bem perto dali.Obseva-o caminhar com a sacola de tão cheia que estava, que fazia Laert suar.Era um suor gostoso,pois lá dentro muita coisas boa estava aguardando a hora de chegar em casa.Laert não parou de olha-lo até que chegou bem perto.Quando os dois se encontraram,o Laert do mundo do livre arbítrio,não podia ver o Laert do mundo dos personagens:Virtual.Havia no rosto de Laret resplandecido de alegria,quanto o suor que jorrava do rosto do Laert do mundo do livre arbítrio.Para o laert virtual,era como mastigar um bom prato de comida quando se está faminto.O encontro estava sendo planejado a muito.Para Laert negar a felicidade era como negar a si próprio.Faltou a trilha musical.O vinho e um bom prato pra fortalecer o momento.Pra selar o corte da fita inugural.Não foi nem mais nem menos.era exatamente do jeito planeja.Um sucesso diriam alguns.Não ficou só no espiar e pronto.Laert segui-o até onde deu pra seguir.Ia anotando cada pedaço no caderninho que carregava consigo.Laert tinha mania de anotar tudo.Calcular tudo.---Foi assim mesmo! Naquele momento,eu imaginava outra coisas.Nem penssava no dia do batismo.Veio com o vento,uma brisa leve.Olhei para o chão.Lá estava um pequeno pedaço de papel,me lembrando do dia do batismo.É Deus Laert! Deus me lembrando,já que eu tinha me esquecido.No dia seguinte,fui na igreja e marquei.Me sinto mais leve.Laert ouviu Evair relatando o acontecido sem muita atenção.A cada vez que Evair repetia a palavra do escrito.A emoção lhe comia.Ele punha nas palavras tal sentido que era impossível não acreditar nelas:--É pra nós dois.É no més que vem:--O batismo? Perguntou Laert meio sem vontade:--É Laert,no més que vem! Já dei o seu nome e o meu.É de Deus viu! Quem mais me alertaria senão Deus?---Més que vem já é dezembro:---É.Tem alguma coisa pra fazer? Não me venha com conversa.Marquei,tá marcado:--Né isso não.Pra mim tá bom! Só acho que ainda é cedo:--Jesus está à porta.Imagina se ele chega agora! "Àquele que cre e for batizado"Só depois do batismo,e se confessar os seus pecados.É preciso ser batizado entende? --Tá,tá! Marcou tá marcado.Laert não perecia querer conversar.Mesmo assim acabou alongando mais do que devia o assunto.
Sentado confortavelmente numa cadeira.Evair não se continha de tanta aflição.Laert lia como sempre o jornal.Ora livro,ora anotava,re-lia os escritos feitos por ele.A varanda do hotel que dava pro mar,se podia ver e ouvir as ondas quebando nas rochas ali bem perto da praia.Laert não conseguindo se consentrar,deu uma bronca em Evair:---Porque não vai assaltar alguém.Cheirar o calcanhar do seu protegido:---Estou desconhecendo o sujeito atrás das folhas deste jornal.Está nervoso Laert? Quer umas penas pra abanar as moscas e aliviar o calor? ----a aflição! A sua aflição me deixa arqueado.Eu bem que pedi pra não colocá-lo perto de mim.Em vão,Já que veio,que aqui está,pelo menos não me aflinja com a sua aflição:---De acordo! Totalmente de....conversar a gente pode? ---Sobre o que? ---Muita coisa! sobre muitas coisas.Evair começa a conversar sobre muitas coisas.De repente pára.Olha para um lado e para o outro.Vai até a janela.Olha para as ondas do mar agitadas.Muda o tom de vos:--No meio de muitos personagens...escaparia alguns? --De que fala agora? --Escaparia ou não? Um só que fosse:--Não.A ordem é semiar morte à cada um deles.Nenhum personagem tem o livre arbitrio para viver:---Vê como o engano é maior do que a razão:---De que tipo de razão?-- Razão dos personagens eliminados.O engano vem quando jair e Idalina passeam livrimente numa cidade.Por lá a vossa senhoria não transitou.E não é o caso de Zé joão,que serviu de espremedera.Elês sim,vivem:--Ledo engano meu caro.Assenta, conto-lhe como se deu o ocorrido.--Laert começa calmo,e tranquilo.
Laert bem vestido,parecia ter acabado as férias.Evair entra bolindo com as moças,mas estas não o vê,sente apenas um vento a entrar-lhes pelo decote da blusa.De normal,tudo era igual.Havia recepcionista do mundo deles,garçons,metres,seguraçãs.Tudo era normal para Laert e Evair.Menos as pessoas do mundo de Laert,o autor.No mundo de Laert da cidade do sol.Nem Evair,nem Laert podia ser vistos pelos ocupantes daqueles espaços ali ocupados pelo povo real,da vida real,do mundo da cidade do sol.O hotel da beira da praia.Um hotel de luxo.Todos tentavam contornar a crise que comias as econômias reais.No mundo em que Laert e Evair viviam,o hotel não tinha esse tipo de preocupação.Tudo corria igual.Estava tudo integrado ao perfeito funcionamento para bem serví-los.
Faltando dois meses para o tão esperado fim-de-ano.Nas ruas já se podia respirar com mais tranquilidade,o que não se podia dizer dos bairros,lá aonde as autoridades não vão.As lojas já se ornamentando para as festas.Estava longe,mas é melhor començar cedo do que ter que sair na correria.
Laert bem vestido,parecia ter acabado as férias.Evair entra bolindo com as moças,mas estas não o vê,sente apenas um vento a entrar-lhes pelo decote da blusa.De normal,tudo era igual.Havia recepcionista do mundo deles,garçons,metres,seguraçãs.Tudo era normal para Laert e Evair.Menos as pessoas do mundo de Laert.O mundo do livre arbitrio.O mundo de Laert da cidade do sol.Nem Evair,nem Laert podia ser vistos.O hotel da beira da praia,é um hotel de luxo,que tentava controlar a crise que comia as econômias.De resto,a vida seguia o seu curso diário.
Laert folheava o jornal,quando Evair --meio gatinho querendo comida ronçava aos pé de seu dono--puxa uma cadeira e se senta puxando conversa:---Estive imaginando no meu imeginario real:---Não é preciso fantasiar.Sabe tanto quanto eu que não dou vazão à rodeios:---No meio do caminho de pontos passados.Houve um deixado pra trás.De todos os personagens eliminados,há um na lista que não se enquandra:---Estou lhe dizendo pra não fazer rodeios:--Não.É que na minha memória de rã.Parece-me que é assim que vêem a minha pessoa.Um memória de rã.Retra a vida gritando num canto qualquer:---Deve ter tirado dia hoje pra versejar.Quanta poesia numa nota só.Memória de rã! Esa é nova até pra mim.Diga logo o que quer:---Até parece que vivo sob as suas ordens.Estou dizendo,que o Zé João,de lá do DOLORE'SHOTEL,ficou esquecido no meio de tudo:---É pra me interrogar,ou é pra organizar as coisas?: É que nem tudo vai indo com forme o determinado.Se a ordem era à morte de todos...um escapou:---É pra interrogar mesmo! Acredita mesmo que eu deixaria portas entre-abertas para possíveis entradas de incetos?:---É o que eu acho! Creio que um índividuo como Laert,tem na sua atenção o alerta sempre aceso.Mas,contudo,o personagem lá continua como se erva fosse:---Examine uma coisica só.Sabendo eu do estrago que a mordida de um cão faz,deixaria uma lacuna desta natureza?:--Também penso assim! É que o tal,eu mesmo vi lá trabalhando sozinho, dias depois de ter enterrado o corpo da irmã:--Até, ontem! :---Não o vi sair daqui,como ontem?:---Antes de seguir até a próxima cidade,tomei as recausões necessárias.Sabendo eu que passaria lá depois de mim,apressei-me em deixar um como isca:--Não pode.Revistei tudo quanto foi lugar.Nada encontrei:---Numa símples chave de hotel não procuraria:--Na chave do hotel? Pôs,numa chave de hotel?:---Viu como acertei.Ontem o seu ersonagem bateu as potas.Não existe mais.EVair já não se sente mai a vontade.Fica muito nervoso:---Cadê o respeito? Cadê o respeito? Pôr vírus numa chave de hotel! É subestimar demais a inteligência das pessoas de boa ídole.Numa chave de hotel!!! ---Trabalho perdido,não é mesmo meu caro Vair?:---E falta de consideração com o coitado do personagem.Vírus,colocar um vírus com os dias contados.Como eu ainda não soube disto?---Confirme mais tarde.Agora já o sabes.Laert dobra as áginas do jornal,deixando Evair andando de um lado a outro repetindo a mesma frase.
No começo da noite.Laert está no meio-fio sentado aguardando a hora de começar a retira dos sacos de lixo o alimento.Não demorou muito para o rapaz do armazém colocar os sacos no meio-fio.Com toda a calma,Laert pega o que lhe interessa.Enche a sacola que trazia consigo e sai.Laert,parado numa esquina,bem perto dali.Obseva-o caminhar com a sacola de tão cheia que estava, que fazia Laert suar.Era um suor gostoso,pois lá dentro muita coisas boa estava aguardando a hora de chegar em casa.Laert não parou de olha-lo até que chegou bem perto.Quando os dois se encontraram,o Laert do mundo do livre arbítrio,não podia ver o Laert do mundo dos personagens:Virtual.Havia no rosto de Laret resplandecido de alegria,quanto o suor que jorrava do rosto do Laert do mundo do livre arbítrio.Para o laert virtual,era como mastigar um bom prato de comida quando se está faminto.O encontro estava sendo planejado a muito.Para Laert negar a felicidade era como negar a si próprio.Faltou a trilha musical.O vinho e um bom prato pra fortalecer o momento.Pra selar o corte da fita inugural.Não foi nem mais nem menos.era exatamente do jeito planeja.Um sucesso diriam alguns.Não ficou só no espiar e pronto.Laert segui-o até onde deu pra seguir.Ia anotando cada pedaço no caderninho que carregava consigo.Laert tinha mania de anotar tudo.Calcular tudo.---Foi assim mesmo! Naquele momento,eu imaginava outra coisas.Nem penssava no dia do batismo.Veio com o vento,uma brisa leve.Olhei para o chão.Lá estava um pequeno pedaço de papel,me lembrando do dia do batismo.É Deus Laert! Deus me lembrando,já que eu tinha me esquecido.No dia seguinte,fui na igreja e marquei.Me sinto mais leve.Laert ouviu Evair relatando o acontecido sem muita atenção.A cada vez que Evair repetia a palavra do escrito.A emoção lhe comia.Ele punha nas palavras tal sentido que era impossível não acreditar nelas:--É pra nós dois.É no més que vem:--O batismo? Perguntou Laert meio sem vontade:--É Laert,no més que vem! Já dei o seu nome e o meu.É de Deus viu! Quem mais me alertaria senão Deus?---Més que vem já é dezembro:---É.Tem alguma coisa pra fazer? Não me venha com conversa.Marquei,tá marcado:--Né isso não.Pra mim tá bom! Só acho que ainda é cedo:--Jesus está à porta.Imagina se ele chega agora! "Àquele que cre e for batizado"Só depois do batismo,e se confessar os seus pecados.É preciso ser batizado entende? --Tá,tá! Marcou tá marcado.Laert não perecia querer conversar.Mesmo assim acabou alongando mais do que devia o assunto.
Sentado confortavelmente numa cadeira.Evair não se continha de tanta aflição.Laert lia como sempre o jornal.Ora livro,ora anotava,re-lia os escritos feitos por ele.A varanda do hotel que dava pro mar,se podia ver e ouvir as ondas quebando nas rochas ali bem perto da praia.Laert não conseguindo se consentrar,deu uma bronca em Evair:---Porque não vai assaltar alguém.Cheirar o calcanhar do seu protegido:---Estou desconhecendo o sujeito atrás das folhas deste jornal.Está nervoso Laert? Quer umas penas pra abanar as moscas e aliviar o calor? ----a aflição! A sua aflição me deixa arqueado.Eu bem que pedi pra não colocá-lo perto de mim.Em vão,Já que veio,que aqui está,pelo menos não me aflinja com a sua aflição:---De acordo! Totalmente de....conversar a gente pode? ---Sobre o que? ---Muita coisa! sobre muitas coisas.Evair começa a conversar sobre muitas coisas.De repente pára.Olha para um lado e para o outro.Vai até a janela.Olha para as ondas do mar agitadas.Muda o tom de vos:--No meio de muitos personagens...escaparia alguns? --De que fala agora? --Escaparia ou não? Um só que fosse:--Não.A ordem é semiar morte à cada um deles.Nenhum personagem tem o livre arbitrio para viver:---Vê como o engano é maior do que a razão:---De que tipo de razão?-- Razão dos personagens eliminados.O engano vem quando jair e Idalina passeam livrimente numa cidade.Por lá a vossa senhoria não transitou.E não é o caso de Zé joão,que serviu de espremedera.Elês sim,vivem:--Ledo engano meu caro.Assenta, conto-lhe como se deu o ocorrido.--Laert começa calmo,e tranquilo.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
PRISIONEIROS DE DEUS
Há trés meses do fim do ano.Muita coisas aconteceu no decorrer dos dias.A cidade parece respirar.Tudas as imagens,mostra que a vida sobreviveu aos movimentos contrários. É a hora da limpeza.Hora de pôr tudo em ordem.Refazer a vida da cidade.Uma coisa que chama mais a atenção.São os bichos mortos pelos cantos.Todo tipo de animais.Todo tipo de infestações ardendo no teto da cidade.Andar pelas ruas sem sentir odores espalhados pra cada centímetro que andasse.A prefeitura não dava conta,ainda que saisse catando cadavéres caídos pelos cantos.Não conseguia administrar o mau cheiro e o reclamar da sociedade.Casa que a chuva derrubou,estradas,teria que levar muito mais tempo para a reconstrução.Não,ninguém perdeu tanto quanto os ricos.Parece que Deus deu de castigar os ricos,e deixar os pobres coitados dependurados no morro,ilesos.Ainda assim,o governador vai a televisão dizer à população que tenha fé.A fé, é a arma que se empunha numa hora dessa,homem sem fé,população sem fé,é feito político sem o voto da massa.E que as festa de fim de ano acontecerão,apezar do caus e do lamaceiro.Que a população tenha confiança.Carros desgovernados.Vias interropidas,além do mau cheiro por toda a cidade.Tenha a paciência,é quase impossível sobreviver com tanta sujeira e mosquitos numa cidade as moscas! Ninguém entende ninguém.É a confusão de todos.É sempre a mesma desculpa das autoridades local e nacional.
Laert se refresca num hotel de luxo à beira da praia.Pelo menos lá não há desordem à vista dos hóspedes.Evair bem alinhado,enquanto Laert se veste apenas bermuda e calça chinelas:--O mundo acabando e você aí.De papo pro ar.--Disse Evair com ar de inveja:--Estou em ferias meu chapa.Equanto você dá seus pulinhos,eu me divirto:--Até quando? Se bem que divertir mesmo quem está se refastelando com tudo isso sou eu.Não me tem dado tempo pra nada.Essa gente só sabe reclamar e pedir.Ao menos me satisfaça aqui.E o que há de ruím,há de ruím.Nesta cidade ninguém se salva:--É o seu pensamento:--Não brinca! Além de só comer dormir, pensa nesses miseravéis?--Pra você vê! E por falar nisto,o encontro foi de bom proveito?--Encontro? Que...ah,não! Aqui a história é outra.Não me venha com...continui com as suas férias.Descansa e deixa os outros trabalharem por ti:---Disse algo em desalinho? Pelo jeito,não foi bom o encontro:--Seu semblante diz aquilo que não diz.Se é pra conforto e não contunde a causa,foi mais uma primaria na chegada.Feito um beijo mal dado.Tá explicado? Agora me deixar exercitar aquilo que sei.E faço muito bem.Enquanto eles se matam,eu me divirto.Não me venha com sermões! Passou o tempo eliminando personagens de textos teatrais.Agora que encontro o autor,quer me tira o pazer da sobremesa? --Tem a clara do sol, que encontrou o autor? --Me enganaria de outra forma.Nesse caso,foi bem estimada a oferta. --Eu não confiaria em fatos.Ainda que digam:os fatos confirmam a causa.Pra fatos não há dúvida.Eu teria as minhas.--Não está querendo com isto dizer que me engano? --Longe de mim tal afirmação.Falo de mim,do que eu não creria.Mas,cada um crer no que quer.Evair,quando saiu dali,não saiu sorridente como entrou.O seu semblante era o de quem pensa.Laert movido pela impulsão,entra para o quarto do hotel com a certeza de ter atingido o alvo no ponto certo.
Naquela mesma hora,Laert observava os catadores de sobras.Mulheres e crianças dependuradas nas bordas da caçamba do carro de lixo.De lá de dentro, retiram os pacotes de pão,de leite arroz,feijão e outros mantimentos.Dali a poucos,começam a discutir cada um querendo a porção do outro.Laert observa,não concorda com a situação,mas não se manifesta.Sai dali,e vai procurar o seu alimento noutra parte.
Evair andava destraido qunado avista Laert dobrando a esquina.Olha-o fixamente.Era a primeira vez que se encontarvam.Evair deu um longo sorriso,como se fosse motivo de comemorar.Deu dois passou em direção à esquina.Do outro lado numa mesinha de bar,Laert assentado com um copo de bebida,bebia calmamente.Era noite.Não muito tarde,nem muito cedo.O costume era de colocar à noite mesas,cadeiras,engradados,e fornalhas pra fazer churrasco.Evair,ao ver Laert,se recompôs.Andou a passos de bailarina até a mesa:--Divertindo! --Curtindo a noite.Agradavél não! Evair nada disse.Ficou a olhar em volta por longos minutos,enquanto Laert continuava a sugar o liquido do copo:---Não vem com essa que não viu--Disse Evair nervoso -- A cada passo que dou...nem de férias...palavras ditas pela sua própria boca.Dá descanso:--A reclamção vem sobre o que? --Cansado Laert.Estou cansado dessa sua farsa:--Continuo entendendendo pouco:--Não se faça de inocente:--Vamos ver se entendo.É por causa do seu homônimo? ---Não é ele o autor dos textos.Sabe muito bem que não é ele:--Eu faço o que? --Continue se refrescando e se lambuzando...quem sabe assim...deixa pra lá! Laert continuou a sugar o último gole do canteúdo que havia no copo.Deu as costas à Evair,como se não o tivesse encontrado ali.Aquela recusa de dizer alguma coisa que o satisfizesse,o deixou mais nervoso.Sabia que naquele momento laert estaria sob vigilância total.
Laert se refresca num hotel de luxo à beira da praia.Pelo menos lá não há desordem à vista dos hóspedes.Evair bem alinhado,enquanto Laert se veste apenas bermuda e calça chinelas:--O mundo acabando e você aí.De papo pro ar.--Disse Evair com ar de inveja:--Estou em ferias meu chapa.Equanto você dá seus pulinhos,eu me divirto:--Até quando? Se bem que divertir mesmo quem está se refastelando com tudo isso sou eu.Não me tem dado tempo pra nada.Essa gente só sabe reclamar e pedir.Ao menos me satisfaça aqui.E o que há de ruím,há de ruím.Nesta cidade ninguém se salva:--É o seu pensamento:--Não brinca! Além de só comer dormir, pensa nesses miseravéis?--Pra você vê! E por falar nisto,o encontro foi de bom proveito?--Encontro? Que...ah,não! Aqui a história é outra.Não me venha com...continui com as suas férias.Descansa e deixa os outros trabalharem por ti:---Disse algo em desalinho? Pelo jeito,não foi bom o encontro:--Seu semblante diz aquilo que não diz.Se é pra conforto e não contunde a causa,foi mais uma primaria na chegada.Feito um beijo mal dado.Tá explicado? Agora me deixar exercitar aquilo que sei.E faço muito bem.Enquanto eles se matam,eu me divirto.Não me venha com sermões! Passou o tempo eliminando personagens de textos teatrais.Agora que encontro o autor,quer me tira o pazer da sobremesa? --Tem a clara do sol, que encontrou o autor? --Me enganaria de outra forma.Nesse caso,foi bem estimada a oferta. --Eu não confiaria em fatos.Ainda que digam:os fatos confirmam a causa.Pra fatos não há dúvida.Eu teria as minhas.--Não está querendo com isto dizer que me engano? --Longe de mim tal afirmação.Falo de mim,do que eu não creria.Mas,cada um crer no que quer.Evair,quando saiu dali,não saiu sorridente como entrou.O seu semblante era o de quem pensa.Laert movido pela impulsão,entra para o quarto do hotel com a certeza de ter atingido o alvo no ponto certo.
Naquela mesma hora,Laert observava os catadores de sobras.Mulheres e crianças dependuradas nas bordas da caçamba do carro de lixo.De lá de dentro, retiram os pacotes de pão,de leite arroz,feijão e outros mantimentos.Dali a poucos,começam a discutir cada um querendo a porção do outro.Laert observa,não concorda com a situação,mas não se manifesta.Sai dali,e vai procurar o seu alimento noutra parte.
Evair andava destraido qunado avista Laert dobrando a esquina.Olha-o fixamente.Era a primeira vez que se encontarvam.Evair deu um longo sorriso,como se fosse motivo de comemorar.Deu dois passou em direção à esquina.Do outro lado numa mesinha de bar,Laert assentado com um copo de bebida,bebia calmamente.Era noite.Não muito tarde,nem muito cedo.O costume era de colocar à noite mesas,cadeiras,engradados,e fornalhas pra fazer churrasco.Evair,ao ver Laert,se recompôs.Andou a passos de bailarina até a mesa:--Divertindo! --Curtindo a noite.Agradavél não! Evair nada disse.Ficou a olhar em volta por longos minutos,enquanto Laert continuava a sugar o liquido do copo:---Não vem com essa que não viu--Disse Evair nervoso -- A cada passo que dou...nem de férias...palavras ditas pela sua própria boca.Dá descanso:--A reclamção vem sobre o que? --Cansado Laert.Estou cansado dessa sua farsa:--Continuo entendendendo pouco:--Não se faça de inocente:--Vamos ver se entendo.É por causa do seu homônimo? ---Não é ele o autor dos textos.Sabe muito bem que não é ele:--Eu faço o que? --Continue se refrescando e se lambuzando...quem sabe assim...deixa pra lá! Laert continuou a sugar o último gole do canteúdo que havia no copo.Deu as costas à Evair,como se não o tivesse encontrado ali.Aquela recusa de dizer alguma coisa que o satisfizesse,o deixou mais nervoso.Sabia que naquele momento laert estaria sob vigilância total.
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