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O Riso Que a Máscara Escondeu

                     Risos Que a Máscara Escondeu.

                    By: Camuccelli
       
     
        Tia Cila acordou com a alma nublada. O dia anterior fora de dor e lágrimas. A vida não tem sido flambada  de ambrosia, o dia não sustenta maria-moles. O predador arrancara os brotos da flor antes que o sol tivesse tempo de se opor. A chuva não lavara ruas, nem o tempo teve tempo pra qualquer reação. Tia Cila incomoda não teve reação quando escorrera pelo vidro de pixels tá TV o fluxo avermelhado quase tocando ao chão.
     O riso que as máscaras escondera ficará por dias, anos, camuflado feito  brilho de lua ocultado na espessa nuvem que a noite nublou. Se um estrela apaga, rastros de si refletindo no firmamento é o eterno mais forte que dor, que em si, dura minutos, mas que perdura de eternidade a eternidade. O riso não vê aplausos, não vê  agitamento, é feito espermatozoide querendo vingar, mas a parede plastificada o impede de seguir seu caminho, aí vem o estrangulamento e o fim.

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ENGANO

Ontem o riso invadiu a proa e porta, Não que viesse alamedando coisas, Reduzindo gritos, Resumindo ritos, Não, Um riso degradado, Desdentado, relaxado e só, Veio como o rio vem, Não um rio de pétalas, Em ritmo cadenciado ou lento, Não! Foi transbordante, Vacilante, avassalador, Um rio de tortura, Amassando a carne na cara do relevo, Um rio que arrasta o que vê e o que acha, Águas turvas, lépidas... De quem falava mesmo? Ah, do riso,