Lina vai andando rumo ao quarto do Jair.Volta com as mãos na cabeça:---É de brincadeira! Você está brincando! Você tem cada brincadeira besta! ---Brincadeira é? ele e o tal do Marquinho que vende as drogas.A tal Da Deise,enfim! Estão todos neste momento dormindo naquele chão duro,sem cobertor e sem nada.Pior,desta vez é morte mesmo.Duas vezes presos,é morte.é a lei minha cara Idalina.Idalina desmaia.Clora,corta um pedacinho de seus cabelos.Põe fogo.Chega-o ao nariz de Idalina.Pega um copo d'água.Corre pra lá,corre pra cá.Idalina finalmente pula literalmente da cama no chão.Olhar com os olhos aregalados para Clora:---Neste planeta.No mundo que os seres vivos vivem.O que é certo é errado.O que é errado é que certo....essa gente não tem senso de ridículo.São capazes de esperar horas num evento,só pra comer.Adoram entrar em coquiteis.Fazem qualquer coisa.Qualquer coisa sem medir as consequencias.Dá dois passos,cai na cama.Se enrosca entre os braços,e geme de dor.Clora não sabe o que fazer.
Alguns dias passaram.Jair e Marquinho assentados no canto da parede.Sem que um dissesse algo para o outro.Ouve-se passos ao lunge.Chaves sacodindo tilintam.Ouve-se o entrar da chave numa das fechaduras.mais passos.Param! Ouve-se novamente a chave que entra na porta da sela:--Marcio de freitas quem é? Marquinho sorridente num grito só adianta:--É pra liberdade? --Apenas responda.É você o Marcio? ---Sim senhor,em pesoas:--Pegue o que lhe pertence.Ele obedece soridente.Começa a recolher roupas jogadas:---O Jair deve ser você.Jair abre os olhos.Olha fixamente para o carcereiro.Não responde:--Pode pegar o que é seu também.Os dois saem escoltados pelo carcererio.Andam em muitos corredores carregando cada uma um mochila em baixo dos braços.O carcereiro estende a mão diante do peito dos dois:--É aqui.Último ponto.O carro os espera do outro lado da porta.Vê aquele galão ali do lado esquerdo? Coloquem lá as suas coisas.Retirem as roupas que colam no corpo.Os dois se entre olham:--Estam esperando o que? Arracam logo estes trapos do corpo.Quando atravesar a porta terão roupas novas e limpas.Os dois riem sem graça.Retiram as roupas,ficando completamente nus:--Ponha isto no galão.Abram a porta e entre em silêncio.Como dois marionetes.Eles vão obedecendo.Abrem a porta...o carcerreiro empurra-os,puxa a maçaneta da porta.No topo da porta uma placa dizia: FIM DA PICADA.
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1 comentários:
seu blog e seu trabalho é lindo querido amigo, um forte abraço.
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