Faltando dois meses para o tão esperado fim-de-ano.Nas ruas já se podia respirar com mais tranquilidade,o que não se podia dizer dos bairros,lá aonde as autoridades não vão.As lojas já se ornamentando para as festas.Estava longe,mas é melhor començar cedo do que ter que sair na correria.
Laert bem vestido,parecia ter acabado as férias.Evair entra bolindo com as moças,mas estas não o vê,sente apenas um vento a entrar-lhes pelo decote da blusa.De normal,tudo era igual.Havia recepcionista do mundo deles,garçons,metres,seguraçãs.Tudo era normal para Laert e Evair.Menos as pessoas do mundo de Laert,o autor.No mundo de Laert da cidade do sol.Nem Evair,nem Laert podia ser vistos pelos ocupantes daqueles espaços ali ocupados pelo povo real,da vida real,do mundo da cidade do sol.O hotel da beira da praia.Um hotel de luxo.Todos tentavam contornar a crise que comias as econômias reais.No mundo em que Laert e Evair viviam,o hotel não tinha esse tipo de preocupação.Tudo corria igual.Estava tudo integrado ao perfeito funcionamento para bem serví-los.
Faltando dois meses para o tão esperado fim-de-ano.Nas ruas já se podia respirar com mais tranquilidade,o que não se podia dizer dos bairros,lá aonde as autoridades não vão.As lojas já se ornamentando para as festas.Estava longe,mas é melhor començar cedo do que ter que sair na correria.
Laert bem vestido,parecia ter acabado as férias.Evair entra bolindo com as moças,mas estas não o vê,sente apenas um vento a entrar-lhes pelo decote da blusa.De normal,tudo era igual.Havia recepcionista do mundo deles,garçons,metres,seguraçãs.Tudo era normal para Laert e Evair.Menos as pessoas do mundo de Laert.O mundo do livre arbitrio.O mundo de Laert da cidade do sol.Nem Evair,nem Laert podia ser vistos.O hotel da beira da praia,é um hotel de luxo,que tentava controlar a crise que comia as econômias.De resto,a vida seguia o seu curso diário.
Laert folheava o jornal,quando Evair --meio gatinho querendo comida ronçava aos pé de seu dono--puxa uma cadeira e se senta puxando conversa:---Estive imaginando no meu imeginario real:---Não é preciso fantasiar.Sabe tanto quanto eu que não dou vazão à rodeios:---No meio do caminho de pontos passados.Houve um deixado pra trás.De todos os personagens eliminados,há um na lista que não se enquandra:---Estou lhe dizendo pra não fazer rodeios:--Não.É que na minha memória de rã.Parece-me que é assim que vêem a minha pessoa.Um memória de rã.Retra a vida gritando num canto qualquer:---Deve ter tirado dia hoje pra versejar.Quanta poesia numa nota só.Memória de rã! Esa é nova até pra mim.Diga logo o que quer:---Até parece que vivo sob as suas ordens.Estou dizendo,que o Zé João,de lá do DOLORE'SHOTEL,ficou esquecido no meio de tudo:---É pra me interrogar,ou é pra organizar as coisas?: É que nem tudo vai indo com forme o determinado.Se a ordem era à morte de todos...um escapou:---É pra interrogar mesmo! Acredita mesmo que eu deixaria portas entre-abertas para possíveis entradas de incetos?:---É o que eu acho! Creio que um índividuo como Laert,tem na sua atenção o alerta sempre aceso.Mas,contudo,o personagem lá continua como se erva fosse:---Examine uma coisica só.Sabendo eu do estrago que a mordida de um cão faz,deixaria uma lacuna desta natureza?:--Também penso assim! É que o tal,eu mesmo vi lá trabalhando sozinho, dias depois de ter enterrado o corpo da irmã:--Até, ontem! :---Não o vi sair daqui,como ontem?:---Antes de seguir até a próxima cidade,tomei as recausões necessárias.Sabendo eu que passaria lá depois de mim,apressei-me em deixar um como isca:--Não pode.Revistei tudo quanto foi lugar.Nada encontrei:---Numa símples chave de hotel não procuraria:--Na chave do hotel? Pôs,numa chave de hotel?:---Viu como acertei.Ontem o seu ersonagem bateu as potas.Não existe mais.EVair já não se sente mai a vontade.Fica muito nervoso:---Cadê o respeito? Cadê o respeito? Pôr vírus numa chave de hotel! É subestimar demais a inteligência das pessoas de boa ídole.Numa chave de hotel!!! ---Trabalho perdido,não é mesmo meu caro Vair?:---E falta de consideração com o coitado do personagem.Vírus,colocar um vírus com os dias contados.Como eu ainda não soube disto?---Confirme mais tarde.Agora já o sabes.Laert dobra as áginas do jornal,deixando Evair andando de um lado a outro repetindo a mesma frase.
No começo da noite.Laert está no meio-fio sentado aguardando a hora de começar a retira dos sacos de lixo o alimento.Não demorou muito para o rapaz do armazém colocar os sacos no meio-fio.Com toda a calma,Laert pega o que lhe interessa.Enche a sacola que trazia consigo e sai.Laert,parado numa esquina,bem perto dali.Obseva-o caminhar com a sacola de tão cheia que estava, que fazia Laert suar.Era um suor gostoso,pois lá dentro muita coisas boa estava aguardando a hora de chegar em casa.Laert não parou de olha-lo até que chegou bem perto.Quando os dois se encontraram,o Laert do mundo do livre arbítrio,não podia ver o Laert do mundo dos personagens:Virtual.Havia no rosto de Laret resplandecido de alegria,quanto o suor que jorrava do rosto do Laert do mundo do livre arbítrio.Para o laert virtual,era como mastigar um bom prato de comida quando se está faminto.O encontro estava sendo planejado a muito.Para Laert negar a felicidade era como negar a si próprio.Faltou a trilha musical.O vinho e um bom prato pra fortalecer o momento.Pra selar o corte da fita inugural.Não foi nem mais nem menos.era exatamente do jeito planeja.Um sucesso diriam alguns.Não ficou só no espiar e pronto.Laert segui-o até onde deu pra seguir.Ia anotando cada pedaço no caderninho que carregava consigo.Laert tinha mania de anotar tudo.Calcular tudo.---Foi assim mesmo! Naquele momento,eu imaginava outra coisas.Nem penssava no dia do batismo.Veio com o vento,uma brisa leve.Olhei para o chão.Lá estava um pequeno pedaço de papel,me lembrando do dia do batismo.É Deus Laert! Deus me lembrando,já que eu tinha me esquecido.No dia seguinte,fui na igreja e marquei.Me sinto mais leve.Laert ouviu Evair relatando o acontecido sem muita atenção.A cada vez que Evair repetia a palavra do escrito.A emoção lhe comia.Ele punha nas palavras tal sentido que era impossível não acreditar nelas:--É pra nós dois.É no més que vem:--O batismo? Perguntou Laert meio sem vontade:--É Laert,no més que vem! Já dei o seu nome e o meu.É de Deus viu! Quem mais me alertaria senão Deus?---Més que vem já é dezembro:---É.Tem alguma coisa pra fazer? Não me venha com conversa.Marquei,tá marcado:--Né isso não.Pra mim tá bom! Só acho que ainda é cedo:--Jesus está à porta.Imagina se ele chega agora! "Àquele que cre e for batizado"Só depois do batismo,e se confessar os seus pecados.É preciso ser batizado entende? --Tá,tá! Marcou tá marcado.Laert não perecia querer conversar.Mesmo assim acabou alongando mais do que devia o assunto.
Sentado confortavelmente numa cadeira.Evair não se continha de tanta aflição.Laert lia como sempre o jornal.Ora livro,ora anotava,re-lia os escritos feitos por ele.A varanda do hotel que dava pro mar,se podia ver e ouvir as ondas quebando nas rochas ali bem perto da praia.Laert não conseguindo se consentrar,deu uma bronca em Evair:---Porque não vai assaltar alguém.Cheirar o calcanhar do seu protegido:---Estou desconhecendo o sujeito atrás das folhas deste jornal.Está nervoso Laert? Quer umas penas pra abanar as moscas e aliviar o calor? ----a aflição! A sua aflição me deixa arqueado.Eu bem que pedi pra não colocá-lo perto de mim.Em vão,Já que veio,que aqui está,pelo menos não me aflinja com a sua aflição:---De acordo! Totalmente de....conversar a gente pode? ---Sobre o que? ---Muita coisa! sobre muitas coisas.Evair começa a conversar sobre muitas coisas.De repente pára.Olha para um lado e para o outro.Vai até a janela.Olha para as ondas do mar agitadas.Muda o tom de vos:--No meio de muitos personagens...escaparia alguns? --De que fala agora? --Escaparia ou não? Um só que fosse:--Não.A ordem é semiar morte à cada um deles.Nenhum personagem tem o livre arbitrio para viver:---Vê como o engano é maior do que a razão:---De que tipo de razão?-- Razão dos personagens eliminados.O engano vem quando jair e Idalina passeam livrimente numa cidade.Por lá a vossa senhoria não transitou.E não é o caso de Zé joão,que serviu de espremedera.Eles sim,vivem:--Ledo engano meu caro.Assenta,que vou contar-lhe como se deu o ocorrido.--Laert começa calmo,e tranquilo.
Assinar:
Postar comentários (Atom)


0 comentários:
Postar um comentário