TIE Agora Laert,sobrevive de catar latinha.A noite recolhe comida do lixo.A latinha é muito barata,mal dá pra comrar algum uténcilio para o complemento da alimentação. Laert quando saiu da sua terra para a Cidade do Sol,imaginava que lá tudo se resolveria com facilidade.Quando Laert partiu,tinha em mente o sucesso.Pra ele todos os seus problemas se resolveria ali.Mas não foi o que imaginou.Não foi aquilo que queria.A vida foi-lhe muito severa.Os sonhos foram morrendo aos poucos.A sua estadia ali na cidade se tornava a cada vez mais agustiante,e insuportável.Laert,caminhava muitos quilômetros diários para catar as latinhas,e vendê-las no dia seguinte.Quando faltava o alimento,saia à diputas com outros catadores de sobras nos contenes dos lixos dos supermercados.Muitas das vezes,ele deixava as outras pessoas pegar os pedaços, e ficava com o que sobrasse.Nas horas que podia,pegava o violão emprestado,e tocava músicas que ele próprio compunha.Há os textos que escrevia para o teatro.Poemas,Laert era um poeta e dramaturgo.Fazia de vez em quando figurações em novelas na Cidade Do Sol.Andava de canto em canto com os seus textos de peças oferecendo atores renomados,mas nenhum deles queria ver,se quer liam os textos.Já ostentava na mente um desejo reprimido.Não acreditava mais em nada.Não contava com mais nada.Não aceitava mais com clareza as coisas que viam,e iam se formando no decorrer dos dias.Laert já não acreditava mais em si.Não almejava mais sucesso algum,tampouco holofotes acesos para acender a sua vida em momento algum.Era finalmente o fim dos sonhos seus.Das decepções,sobraram a inércia dos momentos não vividos com ardor.Das camas que jamais ocuparam o seu corpo .Dos conforto que não tinha.Da miséria que lhe rondava sem cessar.Os amores que não conhecia,a não ser,o trabalho e lazer.Sexo,só era feito nos momentos de solidão e tesão:sozinho. No quarto,Laert lia alguma coisa em um livro.De vez em quando dava olhadas à janela.O mar continuava agitado,nervo.O povo acompanhava o mar.A vida não era a mesma ali. A cidade não conseguia mais esconder a angustia vivida nos momentos que se seguia.Laert não parecia mais o mesmo.Meditava,almoçava,lia sem cessar.Saia de vez em quando.Ao passo que Evair,voltava somente a noite,contando muitas novidades. É noite,quando Evair encontra com Evair.Ele caminhava a pasos largos,até encontrar um banco vazio numa praça perto de sua moradia.Evair assentou,retirou da pasta que trazia alguns papeis.Lia absolto.Evair foi aproximando com cuidado.Parou diante dele,que continuava a ler:--Preste bem atenção! Amanhã é o dia.Não me vai decepcionar.Evair ouviu como que o vento soprando.Olhou para o lado,olhou para o outro.Continuou a ler calmamente:--Ignorante,besta! Não pode me ver.Escreve em um pedaço de papel,e joga-o perto dele.Algum tempo depois Evair vê o pedaço de papel.Pega-o e lê: Amanhã é o dia? Que idiota escreveria uma coisa assim.-- Pensa um pouco mais---É amanhã, é o dia!!! É mesmo! Obrigado Deus por me lembrar!! Depois que o prédio caiu.Barbosa nunca mais ouviu falar em Laert.E numa tarde daquela semana chuvosa,quando Barbosa arrumava os restos de bugigangas para sair.Bate à porta.Ele abri com as mãos cheia de pastas.Ela entra jogando tudo no chão:--Ah não,agora não posso parar pra conversar.--Disse Barbosa---Vai sim senhor.Vai porque vim pra isso.Que consideração! É fuga é? ---Muito pelo contrário.É só uma teporada fora.Nada mais: E o escritório fica limpo? --Mudança mesmo.Me mudo pra rua de frente.A sala é bem em conta:--Se não visse com os meus próprios olhos,duvidaria! --Está se queixando por nada! --Nada? Então pensa que não sei.Está deixando este lugar pra fugir à uma cidade do interior de uma certa cidade chamanda de Represa.Está fugindo de mim Dr Barbosa? --Não fujo de ninguém.Nunca fuji de nada nesta minha vida.Encarei de frente a toda e qualquer calamidade.Já não basta encarar juizes clientes e desafetos.Que nesta profissão é o que não falta.Vem a mim dizer fujir.Tenha a panciência! Conversaram muitas hora a fio.Até que acabou em beijos,abraços e sexo.Era o que ela queria desde o começo.Depois,só depois de ter saciado como um bebado se sacia.Como animal sedento mata a sua fome.Barbosa a envolveu em seus braços.acariciou os seus cabelos.A punhalou em seus braços,deixando o seu corpo caído no canto do quarto até a noite.De noite veio com um amigo,pegou o corpo,e o jogou num terreno baldio.Arrumou a bagagem,e se foi pra cidade do interior,aonde tinha comprado casa,e montado escritório.
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