Dias depois.Ao ministrar o culto.O pastor animado como de custume.dançava,gritava.falava àquelas linguas estranhas.Malabachimba,malamichuria de michuria,por ai vai.Num dado momento,parou de repente.Levou a mão até a testa.Caiu feito fruta pobre quando cai do pé da árvore.Houve um corre,corre.Era tarde, o pastor não respirava mais.Fim da linha,fim dos dias.A igreja não era mais a mesma.Houve um crescimento repentino.De tradicional,passou a ser uma igreja renovada.Permitindo que os fieis falecem as tais de línguas estranhas.O comercio de livros, chamados livros abençoados.Cantinas para as bençãos de Deus,e dizímos,para o movimento da igreja.No corredor,a faxine ira está em pé esperando a porta do quarto de Clora ser aberta.Em suas mãos,balde,escovão e vassoura.A porta é aberta:-Pra que isto ai?- Indagou Clora-Pra varrer,escovar e limpar o chão ora.-Largue tudo isto ai no corredor e entre.-Ela obedesce.Enta no quarto.Há uma mesa posta.Tem de tudo um pouco.Prece que é para o café da manhã.Parece,pois,à quela hora do dia,não era horário para alguém tomar café.Era pra um jantar.o sol já tinha se posto.As luzes da rua estavam acesas.Que café fora de hora era esse?Clora depois de muita pergunta esclarece:-Evidente que não se toma café numa hora destas.Ora,se o quarto é meu,aqui tudo me pertence.Preparo o que eu quiser,na hora que eu quiser.-Ela concordou,foi assentar na cama:-Não.É aqui que quero de se sente:-Nesta mesa?Junto com a senhora?:-Preparei pra nós duas Zoé:-Êpa!Quando a senhora me chama pelo nome,boa coisa não é.Quem foi agora?:-Wagner!:-A senhora mandou o Wagner pro outro lado?:-Era muita mentira que saia da boca dele.contador de vantagem,enrolado e faltava muito.Pra um garçom não fica bem deixar os fregueses esperando:-Bastava mandar o homem procurar um outro emprego:-É bastava.Ele vive melhor agora:-Já empacotou tudo então:-Como é o costume aqui.-Muda de assunto:-Não foi pra isto que preparei esta linda mesa.Coloquei ai,coisa que você gosta.É pra celebrar:-Chocolate.-Ela vai pegar um bombom:-Eu não comeria este bombom.-Zoé coloca o bombom de novo no prato:-credo dona Clora:-Foi deste que vagner comeu e não acordou mais.Tome o do bule,é o melhor.-Zoé pega o bule.cola o chocolate na xícara.Pega um sonho,come com prazer saboreando com cuidado.Quando a xícara esta vazia:-Foi o que eu disse:eu não comeria deste sonho aqui-Pega o sonho:-Não confiaria em nada que foi colocado nesta mesa.Mas,a fome é ...a fome não nos deixa escolha.-Zoé se levanta.Olha pra todos lados.Olhar pra Clora que ria:-A senhora está zombando de mim.Já fez isto outras vezes.-So que o efeito é muito rápido.Zoé já começa a sentir tonturas.Assenta na cama.Clora ria muito.Não um rizo macabro,sem regras.Um riso quase pra si própria.Com a felicidade estampada no rosto.Clora também assenta na cama.Pega a cabeça de Zoé,colo-a em seu colo:-O que me doi nisto tudo minha amiga.é ter que fazer de você o meu espantalho,depois descartá-la como se fosse a palha do milho.É a vida de marionetes.Um dia o controlador tem de se decidir entre ficar com a boneca velha,ou afeiçoar-se a nova.Minha ausência nestes últimos dias do trabalho era exactamente o plano.Ainda tem o dinheiro que aquela Miss Moron conseguiu me fazer dona.do destino dela,de Idalina o palhaço do circo.O fogo no circo.Jair.Jair foi talvez pra mim,momento mais dolorido.Você também será.A xícara que a gente gosta se quebra,coloca-se outra em seu lugar.-Zóe vai ouvindo tudo.Sente uma calmaria,mas está lúcida.Vira devagar a mão até as costas.Retira um punhal bem afiado:-Eu sempre soube que um dia isto ia acontecer Clora.Tanto que me preparei esse tempo todo.Imaginava deitar-me aqui,como estou agora.Você me acariciando os cabelos.Como faz agora.Eu viraria a minha mão.Pega um punhal,que trazia escondido,pra esse momento.Cravaria o punhal no seu coração.Com faço agora.-Clora dá um grito.Mas nada consegue dizer.Zoé cravou o punhal bem no centro do coração dele.De olhos arregalados,deita o corpo na almofada.Zoé sentindo o efeito do veneno aumentar cada vez mais.Consegue chegar até a campanhinha e toca-la.Evair está olhando o desenho que passa no televisor.De subto ele se levanta,da um grito horrível:- Nãaao!!!Laert,parado diante da janela.Joga os pedaços de papel ao vento que os leva.Era a promissória que Clora tinha assinado.As malas dele em cima da cama aguardava o momento de partir.
Assim que Laert jogou os pedaços de papel ao vento.Voltou-se para o livro azul de capa dura em cima da cama.Folheou-o até a última página.Um nome havia sido riscado.Era uma folha em branco com uma única letra Z.Ele fechou o livro,colocou-o dentro da maleta.trancou-a.do lado da cama a mala já pronta aguardava-o.Ele pega a mala e a maleta.sai do quarto.Tranca a porta,fica com a chave na mão.Caminha em direcção ao elevador.No fundo do corredor,aparece um garçom empurrando um carrinho destes que carrega os alimentos de hoteis.Muitos iguarias eram levadas ali naquele carrinho.Laert observa-o quando passa por ele.O rapaz cumprimenta-o.Em uma porta de frente para o quarto da onde Laert tinha saído.O garçom bate à porta,mas, ela se abri,ele entra.A porta do elevador abri.Laert entra.
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