Parecia loucura mas,deu certo. Um verdadeiro conflito.Seu Lincon,iia e vinha de um canto ao outro.Malva e Mirna,cansadas de tenatar o intentavel.Até que...teve uma idéia o senhor Lincon: - Saiam todos daqui.Saiam! - Um a um ia saindo conforme a vontade dele: - Pois bem Fumaça.O circo,o show,tudo está agora nas tuas mãos.Parece mentira,e a verdade é uma só.Você venceu! Mandarei trazer o seu dinheiro agora mesmo.Aonde escondeu a chave do cadeado?: - E pensa que vou dá-la assim.Dinheiro na mão primeiro.- Seu Lincon assente com a cabeça.desce as escadinhas da carroça cabisbaixo.À porta da entrada do circo,todos o aguardavam preocupados: - Então tio?-Malva e Mirna também queriam saber o desfecho do nó: -Nada meus sobrinhos.Ele é esperto demais.A saída é pagá-lo mesmo.É bom pro circo,é bom pra gente também.O público não pode esperar mais.Não temos como segurar por mais tempo o começo do espetáculo.
Assim se deu.Fumaça brilhou mais uma vez.Todos o aplaudiam de pé no fim de cada número.Parecia que era a estreia dele em cena.Ninguém teve mais aplausos do que Fumaça naquela noite.Valeu o atraso,valeu a espera.
Era bem tarde,quando a trupe em volta de uma mesa comentavam.Malva inquieta tentava esplicar: - Se ele perceber? O tio não devia ter dado o pagamento adiantado.-O sebrinho era mais sucinto no assunto: - Tem errada não tio.O juiz é gente boa.Mediante a uma quantia,mas é gente confiavel: - Eu me fingo de morto,é isto?: - É tio.- Disse o sobrinho: -Daremos um jeito do fumaça cair na rede assim que aparecer.dará certo!: Deus me livre se der errado! É Mirna quem teme a errata: - Depois do dinheiro,do cadeado e do sucesso que foi o show.Parecia estréia mesmo.Agora é que a gente não aguenta mais o estrelismo dele:-Tudo certo então? - Peguntou o sobrinho acertando os últimos detalhes: -Isto é pra hoje,ou é pra amanhã?: É pra agora mesmo! Basta encontrar o Fumaça.
Fumaça que ouvia tudo escondido atras da lona.Sai de fininho: - Então é isto? Querem armar pra cima de mim.O que é a inveja! Além de atrazar o sálario da gente,paga,depois quer de volta.-Fumaça caminha em direção à sua carroça,entra e tranca a porta por dentro.
No salão de conferênias do hotel.As mesas coberta com toalhas de cores varidas,continham alguns vasos de flores.Nas janelas, as cortinas de seda amarradas com laços de côres diversas,ostentavam as paredes e janelas.Lá bem no fundo,uma mesa contendo alimentos para café da manhã.A televisão ligada,mostrava que o jornal matinal começava.Laert,tomava o seu café,comia olhando para a tv.O garson parado diante da mesa,esperando que os hóspedes descecem para o desejum.A nóticia dada no monento,fez com que Laert,parasse de comer naquele momento: -Aqui está o corpo carbonizado de um dos participantes do circo.Foram cinco,os corpos achados,cada um dentro de seus aposentos.Menos o do palhço,que continua desaparecido.A sua carroça continua intacta.- Neste momento,Claudius está puxando a cadeira para assentar: - Foi o palhaço! - Disse Claudius olhando para Laert: - Com a carroça ílesa do fogo,é ele na certa.Dúvida não tem! Burro é esse palhaço.Faz serviço mal feito.A primeira a sentir o gostinho do fogo,tinha de ser a sua própria carroça.- Laert não dá muita atenção.Está com inetresse é no nóticiario:- Além de nada sobrar do circo.O corpo do dono foi achado no meio de ferros retorcidos de uma cama.- A reporter termina a reportagem.Laert pega a sua maleta,pára perto de Claudius: - É possivel que seja! Sai apressado.O Garson vem até a mesa de Claudius,coxicha-lhe no ouvido alguma coisa.
Miss Morron,apróxima-se sorridente.Ela veste a saia combinando com a blusa,que combina com o sapato e a bolsa.É de meia idade,embora não apreça.Claudius a convida à sentar-se: - Quer uma cafézinho? Alguma coisa pra comer? Estamos começando o dia.Sabe como é,a gente se supre,pra aguentar a dureza do contínuo movimento da vida.-Ela aceita somente o café.Retira da pasta que levava conseigo,alguns papéis: - Pelo que pude perceber,a conta não tem o nome certo,mas de uma firma.Há um montante bem razoavel em uma.Um pouco em outra num outro banco:- De quanto é esse rasuavel?: - Dá pra construir um prédio novo: - Que rasuavel!!!Miss Morron,continua a dizer com as palavras bem assentuadas,pra nada ficasse desentendido.Depois teve que sair dali as pressas por ter muito à fazer naquele dia.Claudius,bastante satisfeito,pega o elevador,depois de acompanhá-la até a porta.Entra no seu quarto.Uma suíte com bastante espaço.Abre a porta do clouset,entra,volta vestido de Clora.Ela desce as escadas,ao ínves de ir de elevador.Entra no portãozinho que há no balçao.Pega o telefone,disca dois números:-Por onde anda você lonbriga intediante.Vem já até aqui.-Desliga o telefone rindo.
Laert,entra na catedral da avenida central,perto da praça.a igreja com alguns participantes,Laert vê uma banco com alguns lugares vagos.Pede licênça,assenta na cadeira vazia:- Começou há muito tempo?-Perguntou ele ao senhor assentado na beirada da fileira de cadeiras:-O senhor não perdeu muita coisa.Respende o homem com os olhos colados no que acontecia na parte dianteira da igreja.Um cardeal assentado numa enorme cadeira toda aveludada.À sua direita,um bispo observava a todos.À sua esqueda,outro bispo de olho no acusado,assentado num cantinho de frente pra todos.
Assinar:
Postagens (Atom)

