Era a segunda parada.Laert,desceu calmamente.Entrou na lanchonete e pediu um misto quente.-Está mais perto agora-Pensou.-O motorista disse que vamos aportar aqui,por pelo menos uma hora.Não há pressa.Posso comer o meu misto com traquilidade.-Comeu.Andou calmo até o ónibus.-Cadê o ônibus?-Perguntou ao moço parado no meio- fio.-Se foi:-Como se foi?Saiu como?:-Com as quatro rodas ora!-Laert irritado,saiu à procura do fiscal.Entrou numa casinha perto da lanchonete:-Senhor!-Disse nervoso:-Como vou chegar ao meu destino,se não há mais o ónibus?-O homem,olhou de cima em baixo:-Aconteceu alguma coisa?:-Claro que aconteceu.Fui deixado pra trás!-O homem pediu a passagem.Ele mostrou:- O senhor não sabe que caiu barreira na estrada?O caminho está por meio-fio.O motorista do ônibus que veio, resolveu arriscar.Em que lugar estava,quando saiu o ónibus?:-Comendo um misto quente.A gente tem que se alimentar,senão não aguenta.-Ele achou melhor colocá-lo num ónibus que ia para uma cidade próxima.De lá pegaria outro para o seu destino final:-A minha bagagem?Vou ficar sem ela?:-O senhor encontra lá na rodoviária.A chuva,na medida que ia caindo,alagava a estrada.A cada momento,o ônibus parecia não querer chegar ao seu destino.Laert,dormiu assim mesmo.Quando acorda,o ônibus está parado,no seu ponto final.Ele desce,pega a passagem,os documentos no bolso.Sai em busca da mala perdida.Em vão,nada havia chegado ali.Fica somente a promessa de recuperá-la nada mais.Uma indenização talvez.
Laert,parado frente ao espelho,ajeita os cabelos com o pente.Ouve batidas na porta.Abri-a,o criado da pensão diz que o almoço está sendo servido.Dá um pouco mais de tempo,depois vai para a sala de jantar.Caminha por um corredor com portas de um lado e do outro.Na sala,um mesa grande é apresentada.Algumas pessoas assentados olha-o,como quem olha à um hóspede especial.Ele senta,ajeita a cadeira.Uma senhora negra,grande e forte na cabeceira da mesa,devia ser a dona da pensão.Não a tinha visto quando chegou.Ceição é o nome dado pelos fregueses.Ele sentou-se perto de uma menina sorri dente.Ela lhe dá um cutucão de leve:--Na travessa,é pombo.Ela-aponta pra dona da pensão-Ela manda o capataz catar na praça.Diz que é codornizes.-Dona Ceição que não lhe tirava os olhos:--Tá de cochicho por que? Lhe conheço menina.-Olha para os demais.-Vamos comer,que pode esfriar.-Vai andando,pega uma banda de pom..quer dizer,cordonize,põe no prato de Laert.-É do especial moço!-Todos comem sem reclamar.Todos saem da sala de jantar.A menina,fica ali,comendo como se quisesse marcar o compasso do tempo.Ceição chega perto dela:- Do jeito que come,é capaz de nunca chegar a lugar nenhum.-Brava:-Olha aqui menina!Lhe dei abrigo,fiz com que fosse respeitada por todos.Só não aceito ingratidão e cobiça desenfreia da.Ninguém sabe nada deste hóspede novo.Por tanto,é bom não fazer gracinha:-Hi,dona Ceição,a senhora não desgruda né!:-Avisei!Estou lhe de olho. Dou-lhe o que merece.Não afobe.Sigilo absoluto é bom.Sai nervosa,enquanto a menina continua a comer.-Essa velha pensa que me engana!Era quase noite.Marquito,o Servi sal.Com uma toalha enroscada no pescoço.Anda por aquele corredor comprido.Pará diante de uma porta,um pouco gasta pelo tempo.Abri-a,entra e fecha de um só golpe.Retira toda a sua roupa.Assenta-se no bojo do vaso sanitário.Algum tempo depois apanha o papel higiénico...entra debaixo do chuveiro quente.Apanha a mangueirinha com um chuveirinho.Abre a água,começa a corre-la em seu corpo.O membro rijo parecia acompanhar o vai-e-vem da água quente.Seu corpo excitado não pedia outra coisa.Ia,e,vinha como se passasse a mão no corpo para excita-lo.Começava a dar gemidinhos bem baixinho.O prazer tomava conta de todo o seu corpo.Sentia que a qualquer momento o prazer tomaria conta do seu corpo,e,tudo explodiria num só gozo.Derrepente,como um estrondo,ouve-se batidas forte na porta do banheiro.Era dona Ceição berrando a algum tempo.Ele,de tão entretido,nada ouvira antes.-Estou indo calma,estou indo.Fecha a água.Pega a toalha,se seca e sai:-Pensei que tinha se afogado ai dentro!-Disse dona Ceição:-A senhora sabe que gosto de banho demorado:-Não paga conta de água, nem de luz.Por isso faz o que bem entende.Sai,sai!Também preciso ir ao banheiro de vez em quando.Marquito sai indignado.O corpo ainda pega fogo,mas, lá em baixo mesmo,parece que o fogo havia se aquietado.
Assinar:
Postar comentários (Atom)


0 comentários:
Postar um comentário