sexta-feira, 11 de maio de 2007
01
Quando os olhos de Laert passeia pela sala,vê cadeiras cuidadosamente esculpidas.Mesas totalmente feitas em mármore.De canto a canto,tem um móvel trabalhado:-Então, devo voltar à noite.-Disse Laert acabando de sugar o último gole do café:- Avise-me antes.Lap detesta surpresas:-Pode deixar.Por acaso não conhece perto daqui a fazenda,do Sô chico?Leo pensa um pouco antes de responder:-É,tem.O Seu Chico é o dono?Laert de pronto responde.-isto mesmo.Quer dizer que estou bem perto?:-Hoje,se não me engano,Edvaldo,o que toma conta de tudo lá, vem fazer compras.O senhor poderá encontra-lo no armazém.-Laert agradece o café,a informação.Quando vai sair,vê no cume da escadaria uma menina, de cabelos cachiados.Dourados como o corre mão.Ela olha pra ele e sorri.Leo parece ter apressa de conduzir Laert à porta.Os dois--Laert e a menina--trocam olhares.O mesmo não acontece com Leo aparentando um certo nervosismo.Acompanha Laert até a porta. Assim está o semblante seu,sisudo. Se se olhasse naquele momento para o espelho de cristal dependurado, na porta de entrada. Perceberia o agitar das veias.Laert sai tentando olhar a imagem dela refletida no espelho.Despede-se.Livre do visitante.Leo faz jesto para ela entrar para o quanto.A menina compreende, e entra para o quarto fecha a porta num tapa só.No armazém Edvaldo bebe, e conversa.Tentava esconder o nervosimo.Laert Pará à porta.Vai entrando, quando ouvi sons,buzinas de carros,gritos e risadas.Volta-se para a rua.Alguns carros em carreata,dirigia-se à saída da rua.Ele olha o movimento até que some na curva.Entra,caminha em direção ao balcão:- O circo vai pra muito longe daqui? :-Vai,e se não voltar,a gente vai até ele.Afinal,lá pra onde vai, não fica tão longe assim.--Disse o homem por trás do balcão.Laert, pede uma bebida.Dirige-se à Edvaldo, que no momento se mantinha calado:-É o senhor Edvaldo,presumo!-Edvaldo olha-o meio de lado:-E o senhor quem é?-Laert responde.Laet pergunta pelo Sô Chico.Edvaldo desconfiado ri.Depois de algum tempo.Responde entre meias palavras.Quando percebe que o assunto não era o que lhe passara pela cabeça.Acaba se descontraíndo.Conversam feitos velhos amigos.No fim edvaldo que ja tinha bebido em demasia.Sai cabaleando do armazém.Pega o carro que estava na outra esquina.Sai cantando pneu.No espaço de pouco tempo.Edvaldo retorna ao armazém.Conversa com o dono,com muitos outros que ali se encontram:---O senhor deve conhcer aquele sujeito que me fez muitas perguntas.Tá ele procurando o que?Pelo jeito é íntimo de Sô Chico.A cabra falou dele com muito conhecimento.--O dono apenas diz que Laert,tinha acabado de chegar a cidade.Que se hospedara na pensão DOLORES.Não tinha nada interessante para completar.Edvaldo parecia furioso.Queria ir à pensão,mas no estado em que estava,acabou se aconchegando numa cadeira,prometendo ie lá depois.
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